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Caso Lázaro: cinco suspeitos são indiciados por auxiliar fuga do serial killer

·2 minuto de leitura

RIO — A Polícia Civil indiciou cinco suspeitos de auxiliar na fuga de Lázaro Barbosa Sousa, de 32 anos, durante as duas semanas que permaneceu foragido na região de Cocalzinho de Goiás. Entre os indiciados estão um fazendeiro da cidade, o caseiro da propriedade rural, a então esposa de Lázaro, a ex-companheira e a ex-sogra do serial killer.

Ao todo, 13 inquéritos policiais instaurados foram concluídos e já remetidos ao Poder Judiciário. Um dos alvos é o fazendeiro Elmi Caetano Evangelista, de 73 anos. Ele chegou a ser preso no dia 24 de junho, mas foi solto em 17 de julho.

De acordo com a investigação, Evangelista teria auxiliado Lázaro, dando abrigo e comida. O fazendeiro teria ainda proibido que a força-tarefa entrasse em sua propriedade para a realização de buscas. Além do auxílio na fuga, o produtor rural foi ainda autuado em flagrante e indiciado por posse irregular de duas armas de fogo.

O secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou que a Polícia Civil avalia se vai solicitar à Justiça o sequestro da propriedade rural do fazendeiro.

— Nós estamos estudando [essa possibilidade] para que, com a futura venda dessa propriedade, possamos amortizar o gasto feito para a captura dele [Lázaro], visto que, ao escondê-lo lá, ele atrasou em pelo menos uma semana a operação — disse. O secretário não informou o custo da operação.

Contra as três mulheres indiciadas, a Polícia Civil diz que elas cometeram o crime de auxílio a suspeito para fuga de ação policial, previsto no artigo 348 do Código Penal. A pena vai de um a seis meses de prisão e multa.

— Os elementos de prova colhidos no bojo do inquérito indicaram que eles, de fato, prestaram auxílio para que ele [Lázaro] não fosse capturado pelas forças policiais, tanto prestando informações, dando guarita - inclusive alimentação, levando ele para esconderijos e, sobretudo, iriam propiciar a fuga definitiva dele, que foi impedida pela captura — disse o delegado Cléber Martins.

Titular da 17ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Goiás, Martins acrescentou que ainda investiga a participação de outras pessoas nos crimes e considera a possibilidade de instaurar novos procedimentos.

Lázaro Barbosa, de 32 anos, foi morto pela polícia no final de junho, após confronto com agentes que integravam a força-tarefa que tentava capturá-lo há 20 dias. Alvejado por quase 40 tiros, ele chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Depois de sua morte, a polícia de Goiás começou a investigar a rede de apoio do matador de aluguel. As autoridades acreditam que o criminoso não agia sozinho. Segundo reportagem do Fantástico, da TV Globo, ele fazia parte de uma organização criminosa que reunia de fazendeiros a políticos da região.

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