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Caso Henry: Jairinho participará por videconferência da primeira audiência sobre a morte do menino

·3 minuto de leitura

RIO — O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, mais conhecido como Dr. Jairinho, participará da primeira audiência do processo sobre a morte do menino Henry Borel Medeiros, no próximo dia 6 de outubro, por videoconferência. O pedido para que o médico não esteja presente fisicamente na sessão foi feito pela sua defesa e autorizado na última quarta-feira pela juíza Elizabeth Louro Machado, titular do II Tribunal do Júri da capital.

Jairinho participará por videoconferência do Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, onde está preso. A defesa do ex-vereador explica, no pedido à Justiça, por causa da pandemia, sempre que o preso deixa a unidade prisional e retorna, precisa ficar em quarentena e alega que não há necessidade da presença física do réu na audiência.

Ao autorizar o pedido da defesa de Jairinho, a juíza determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária fosse consultada para confirmar a possibilidade da participação na audiência por videoconferência. O ofício da magistrada já foi respondido e a pasta confirmou a disponibilidade da sala de videoconferência para o próximo dia 6.

O Tribunal de Justiça do Rio vai reforçar a segurança nas áreas onde ocorrerá a audiência, no fórum do Centro do Rio. O reforço na segurança foi pedido pela juíza do caso, ao marcar a primeira audiência. Na decisão, ela citou “tratar de fato rumoroso, que ganhou notoriedade na mídia nacional".

Jairinho e a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe de Henry, estão presos acusados pelos crimes de tortura e homicídio qualificado contra a criança e ainda fraude processual, falsidade ideológica e coação no curso do processo.

O laudo de necropsia do Instituto Médico-Legal mostra que Henry, morto em 7 de março, tinha sinais de agressões no corpo, por ação contundente: o menino sofrera "múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores", "infiltração hemorrágica" na parte frontal, lateral e posterior da cabeça e tinha "grande quantidade de sangue no abdômen", "contusão no rim" e "trauma com contusão pulmonar". A partir disso, a polícia decidiu instaurar um inquérito.

Inicialmente, Monique e Dr.Jairinho contaram, em depoimento, que, na noite da morte, viam uma série na TV em apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, quando pegaram no sono. Ao acordarem, encontraram o menino de 4 anos respirando mal e com olhos revirados no quarto do casal. Jairinho, embora seja formado em Medicina, não tentou reanimá-lo. À polícia, o então vereador justificou que, na última vez que tinha feito massagem cardíaca, estava na faculdade e nunca exercera a profissão.

No hospital Barra D’Or, também na Zona Oeste, os médicos tentaram reanimar Henry, que não resistiu. Dr. Jairinho quis agilizar o atestado de óbito e tentou evitar que o corpo fosse examinado pelo IML. Ele chegou a acionar um conhecido, que é executivo da área de saúde, para ajudá-lo, mas uma equipe médica do hospital desconfiou dos hematomas no corpo do menino e disse se tratar de morte suspeita.

Em 8 de abril, Jairinho e Monique foram presos pela morte da criança.

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