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Caso Henry: Dr. Jairinho praticava abusos físicos contra menino e o trancava sozinho no quarto

Vera Araújo
·1 minuto de leitura

RIO — As investigações da morte do menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, apontam que a criança era alvo de abusos físicos. De acordo com a decisão do 2º Tibunal do Júri, que determinou a prisão do padrasto, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), e a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, na manhã desta quinta-feira, dia 8, o político se trancava no quarto sozinho com a criança no apartamento onde vivia o casal, na Barra da Tijuca. A decisão, obtida com exclusividade pelo GLOBO, detalha as contradições encontradas nos depoimentos dos investigados, bem como nos das testemunhas a eles ligadas.

Em trecho da decisão da titular do 2º Tribunal do Júri, a juíza Elizabeth Louro, ela relata que há conversas, por um aplicativo de mensagens, entre Monique e a babá de Henry que comprovam os abusos. No entanto, a babá negou os maus tratos na 16ª DP (Barra da Tijuca), onde o caso está sendo investigado.

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