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Caso Henry: defesa de Jairinho solicita avaliação psicológica de ex-vereador

·2 min de leitura

O advogado Braz Sant’Anna, que defende o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, solicitou a juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, a elaboração de um laudo de avaliação psicológica. O documento deverá ser elaborado pelas profissionais Raquel Veloso da Cunha e Helena Magalhães Soares Pinto, contratadas pela família, a partir de observações, entrevistas e aplicação de "instrumentos psicológicos validados cientificamente" no ex-parlamentar, que está preso desde 8 de abril na Cadeia Pública Pedrolino Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. Assim como a ex-namorada, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, ele é réu por torturas e homicídio qualificado de Henry Borel Medeiros e ainda fraude processual e coação no curso do processo.

Mandado de segurança: Ao pedir volta de Jairinho a Câmara dos Vereadores, advogado diz que juiz sofre coação de 'campanha midiática'

De acordo com o documento enviado por Braz Sant’Anna, o número de encontros das psicólogas com Jairinho pode variar “de acordo com a demanda e com o estado psíquico do sujeito avaliado”. “O laudo psicológico é o documento resultante da AP (Avaliação Psicológica) e apresentará conclusões do profissional psicólogo com base nas informações coletadas, nas observações e entrevistas juntamente com os resultados levantados pelos instrumentos utilizados”, pontua.

“Considerando as limitações existentes do contexto que será realizada a AP (Avaliação Psicológica), indicamos que o mais adequado é que as entrevistas e aplicações dos instrumentos psicológicos sejam realizados em três dias na Penitenciária Bangu 8, pela manhã e pela tarde, entre os horários 9h às 17h. Cada encontro terá duração mínima de quatro horas com intervalos necessários respeitando os horários estabelecidos pela instituição”, afirmam as profissionais.

Foram solicitadas uma sala iluminada contendo duas cadeiras e uma mesa para a aplicação dos instrumentos e a disponibilidade de um gravador de áudio juntamente com um cronômetro.

Em setembro, os advogados Thiago Minagé e Hugo Novais, que defendem Monique, já haviam solicitado uma avaliação psicológica da professora. O pedido foi deferido pela juíza Elizabeth Machado Louro e ela recebeu a visita da profissional na última sexta-feira, dia 26, no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica.

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