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Caso Flordelis: MPRJ pede que a deputada e mais oito réus sejam levados a júri popular

João Pedro Fragoso
·2 minuto de leitura

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói – Tribunal do Júri, pediu que a deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD), a filha biológica Simone dos Santos Rodrigues, a filha adotiva Marzy Teixeira da Silva, o filho adotivo (e ex-genro) André Luiz de Oliveira e a neta Rayane dos Santos Oliveira, sejam levados a júri popular pela acusação do homicídio triplamente qualificado de Anderson do Carmo, ex-marido da parlamentar, ocorrido em 16 de junho de 2019.

Além do crime principal, o MPRJ também pediu que Flordelis, Simone, Marzy e André sejam levados ao júri pela tentativa de homicídio da vítima por envenenamento que, segundo o Ministério Público, ocorreu entre maio de 2018 e junho de 2019.

Na manifestação final, o promotor de justiça Carlos Gustavo Coelho de Andrade pediu ainda, que Flordelis e seus filhos Adriano dos Santos Rodrigues e Flávio dos Santos Rodrigues, além do ex-policial militar Marcos Siqueira Costa e sua esposa Andrea Santos Maia, sejam levados a júri popular em razão de crimes de uso de documento falso.

Além disso, o MPRJ requereu também que Flordelis, Simone, Marzy, André, Rayane, Flavio, Adriano, Marcos e Andrea fossem julgados pelo júri popular pelo crime de associação criminosa armada.

Na manifestação, o MPRJ pediu ainda a impronúncia dos réus Lucas e Carlos Ubiraci por considerar que as acusações contra eles por crime doloso contra a vida não estavam maduras para serem encaminhadas a julgamento perante o Tribunal do Júri, ao contrário das provas demonstradas em relação aos outros denunciados.

A ação relata ainda a complexidade do caso, onde 11 réus são acusados de tentativa de homicídio, homicídio, associação criminosa e uso de documento falso (Flordelis faz parte de todas essas acusações). Segundo a denúncia, Flordelis foi responsável por arquitetar o homicídio, arregimentar, e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio (homicídio com objetivo de roubo), financiar a compra da arma e avisar quando Anderson chegou ao local do crime, que de acordo com as investigações, foi motivado pelo fato de que o pastor mantinha um rigoroso controle das finanças familiares, entre outras situações.

Já as participações dos demais acusados são descritas em diferentes etapas do crime, como no planejamento, incentivo e convencimento para a execução do crime, além das tentativas de homicídios anteriores, como no envenenamento das comidas e bebidas da vítima.