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Caso da WeWork vai ganhar mais uma série, agora para o Apple TV+

Wagner Wakka

A Apple será a casa de uma nova série sobre a história da WeWork. Em dezembro do ano passado, a Variety informou que uma produtora de TV estaria trabalhando em uma trama baseada no fiasco da companhia de coworking. Agora, o mesmo site disse ter conversado com pessoas próximas ao desenvolvimento de outra produção, desta vez para o Apple TV+.

A série vai contar com produção de Hernan Lopez, Marshall Lewy e Aaron Hart. Os três são os responsáveis pelo podcast Wondery, o qual fez um especial sobre a rede de escritórios compartilhados. Chamado WeCrashed: The Rise and Fall of WeWork, o episódio em podcast narrou todo o processo de crescimento e o fiasco do modelo de negócios da companhia.

Além disso, Lee Eisenberg e Drew Crevello também são creditados como escritores, os quais já trabalharam com produções para a Apple, como a série Little America. Teria sido o próprio Eisenberg a convencer a fabricante do iPhone a entrar como parceira no projeto.

Este projeto é diferente de um anunciado no final do ano passado. Aquele seria baseado no livro dos jornalistas Maureen Farrell e Eliot Brown, do Wall Street Journal. Ainda, seria a Chernin Entertainment e a Endeavor Content que compraram os direitos para a série. A produção também já teria ator escalado, segundo a Variety: Nicholas Braun encarnaria Adam Neumann, um dos fundadores da rede de escritórios.

Isso eleva para três o número de produções em vídeo que citam a WeWork. Isso por que um filme sobre a empresa também já está em desenvolvimento com a Netflix. A Universal e a Blumhouse estão envolvidas no projeto, ainda sem data de estreia.

O caso da WeWork é tido como uma das aberturas de capital mais decepcionantes da bolsa de New York. O projeto nasceu como uma ideia promissora e ganhou espaço mundialmente, incluindo no Brasil. Contudo, por má gestão e problemas com o modelo de negócios, a companhia abandonou a ideia de abrir seu capital estimado em US$ 50 milhões. Atualmente, a empresa foi recuperada pelo SoftBank.

Fonte: Canaltech

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