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Casagrande critica Muricy por discussão na praia e ex-treinador dá sua versão sobre o caso

TV Esporte Blog
·3 minuto de leitura
Casagrande participou do Bem, Amigos. Foto: Reprodução/TV Globo
Casagrande participou do Bem, Amigos. Foto: Reprodução/TV Globo

O comentarista Walter Casagrande Jr. opinou sobre o episódio envolvendo Muricy Ramalho na praia e um Guarda Municipal de Bertioga, litoral de São Paulo. No vídeo, o coordenador de futebol do São Paulo aparece discutindo com um guarda após ser abordado durante uma caminhada na praia.

Casão disse que o ex-treinador poderia ter tido outra postura e evitado a discussão com o policial. "Só uma criticazinha ao Muricy: a partir do momento que a polícia falou que não pode, vai embora. Se criou uma história em cima de uma situação com o Muricy porque ele ficou discutindo com o cara se é justo ou não. A discussão cria muitas coisas na cabeça das pessoas. Ele poderia ter ido embora", enfatizou.

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Muricy, que trabalhou com Casagrande como comentarista na Globo até o final do ano passado, enviou um vídeo para o programa “Bem, Amigos!” dessa segunda-feira, 15, explicando o ocorrido. O ex-treinador disse que segue o protocolo, mas não concordou com a falta de comunicação em antecipar as medidas de isolamento mais rígidas para a população local.

“Eu estou na Riviera já algum tempo e eu sou muito radical com o protocolo. Só que fizeram um decreto que começava no dia 15 o fechamento da praia e é claro que domingo, como a praia tava aberta, eu fui fazer a minha caminhada como sempre e como todos os moradores aqui fazem. Em determinado momento, fui parado pela polícia da prefeitura dizendo que eu não podia ficar lá. Naquele momento, claro eu faço uma caminhada bastante forte, e é claro que eu paro para respirar e de vez em quando eu tiro a máscara e também para falar com eles”, afirmou.

“Acontece que eu não concordei, porque não acho correto dizer para mim que eles anteciparam o decreto e, simplesmente, depois eles foram embora e as pessoas continuaram na praia. Então, você vê como uma coisa que não é legal o que fizeram. Eu sou muito rígido com o protocolo, as pessoas que sabem que eu moro aqui é assim. Na minha casa, os meus filhos não vêm enquanto não testar, meus amigos também não vêm aqui. Então, eu tava caminhando em um lugar livre, não tinha ninguém do meu lado, a distância era gigante e os caras simplesmente disseram que anteciparam o decreto”, concluiu Muricy.

Casão também criticou Gabigol

Outro tema bastante discutido no programa, foi o flagra de Gabigol em um cassino clandestino em São Paulo, durante o último final de semana. Com uma posição bastante dura sobre o isolamento social durante a pandemia, Casagrande entende que os jogadores brasileiros precisam ter mais maturidade, pois os clubes tratam infantilmente os atletas.

"Às vezes, (o jogador) é tratado como criança. Não é que estava acima do bem e do mal. Às vezes, você não sabe se o cara faz porque é considerado, ou se considera, um super jogador, que pode fazer o que quiser. Quando o clube não pune e passa a mão na cabeça, não é pela superioridade por ser um ídolo, é porque trata infantilmente. Esse negócio de paternalismo, o futebol é. O jogador não faz check-in, chega no hotel e está tudo na mão.... O jogador tinha que ter uma posição mais adulta, mais madura", finalizou.