Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.909,03
    -129,08 (-0,11%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.867,15
    +618,13 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,75
    -0,17 (-0,26%)
     
  • OURO

    1.834,50
    -3,10 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    55.702,28
    -3.055,64 (-5,20%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.465,82
    -95,47 (-6,11%)
     
  • S&P500

    4.188,43
    -44,17 (-1,04%)
     
  • DOW JONES

    34.742,82
    -34,94 (-0,10%)
     
  • FTSE

    7.123,68
    -6,03 (-0,08%)
     
  • HANG SENG

    28.595,66
    -14,99 (-0,05%)
     
  • NIKKEI

    29.041,60
    -476,74 (-1,62%)
     
  • NASDAQ

    13.302,00
    -54,75 (-0,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3593
    +0,0191 (+0,30%)
     

'Cartel da merenda': empresas são condenas a pagar R$ 340 milhões

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
Minced meat, rice, beans and pumpkin
Empresas envolvidas combinavam preços e propostas em licitações de contratação de terceirizados para fornecimento de merenda
  • Cade condenou empresas e pessoas físicas a pagar R$ 340 milhões por participação no "Cartel da merenda"

  • Companhias envolvidas combinavam preços e propostas em licitações de alimentação escolar em SP

  • Emprendimentos também ficam proibidos de participar de licitações públicas por cinco anos

Sete empresas e sete pessoas físicas foram condenadas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a pagar R$ 340 milhões pela participação no “Cartel da merenda” em São Paulo. As empresas envolvidas combinavam preços e propostas em licitações de contratação de terceirizados para fornecimento de merenda em cidades do estado, segundo as investigações. As informações são do Estadão.

Leia também:

Foram condenadas as empresas: ERJ (R$ 100,115 milhões), Nutriplus (70,274 milhões), SP Alimentação (R$ 52,954 milhões), Convida (33,379 milhões), Terra Azul (R$ 31,243 milhões), Sistal (26,584 milhões) e J. Coan (R$ 19,340 milhões).

Mais de 40 mil documentos de compras públicas feitas de 2008 a 2013 foram analisados no inquérito iniciado pelo Ministério Público no âmbito penal. A partir disso, o Cade concluiu que as companhias e executivos trocaram informações para dividir o mercado de alimentação escolar em Campinas, região de Sorocaba e nas regiões metropolitanas de São Paulo.

Fora de licitações

Além do pagamento de multas, os empreendimentos também ficam proibidos por cinco anos de participar de licitações federais, estaduais e municipais. Essas empresas também serão inscritas no Cadastro Nacional de Defesa do Consumidor e a recomendação do Cade a órgãos públicos será de que elas não sejam beneficiadas com o parcelamento de impostos federais.