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Carteiras digitais: como escolher a melhor e em quais vantagens ficar de olho

Asian woman hand using mobile phone with online transaction application, Concept e-commerce and internet online investment
Especialistas orientam como escolher a carteira digital que mais se adapta a sua necessidade

(Getty Images)

  • Carteiras digitais oferecem vantagens e serviços diferentes;

  • Antes de escolher uma, é importante prestar atenção em alguns pontos;

  • Dentre eles: segurança, formas de pagamento e tarifas.

Se você busca uma carteira digital que te ajude a realizar pagamentos de forma simplificada, é bem capaz de estar se questionando: em meio a mais de 600 opções disponíveis no Brasil, como escolher a melhor? Calma, pois é para isso que estamos aqui.

Daniel Oliveira, fundador e CEO da fintech paySmart, relembra que existem no mercado diversos tipos de carteiras digitais, desde que as guardam apenas informações dos cartões – como Google Pay e Apple Pay, por exemplo – até as que atuam como multiplataformas, guardando dinheiro em contas digitais.

Fato é que, antes de escolher uma, é necessário se atentar não só para os serviços que oferecem, como também para as vantagens. Várias operadoras dão incentivos, como cashbacks, sorteios, programas de milhagem e outros serviços que usam as carteiras como ponte.

Outra característica proveitosa é a possibilidade de realizar pagamentos contactless (por aproximação), por meio da tecnologia NFC (comunicação por campo de proximidade, na sigla em inglês). Ou seja: o usuário só precisa encostar o celular na maquininha ou tela do estabelecimento para que o processo seja concluído. “É uma questão de conveniência bem importante, até porque muita gente, na pandemia, procurou meios de pagar sem ter contato”, aponta Daniel.

Para quem possui celulares mais antigos, sem tecnologia NFC - logo, sem chance de fazer pagamentos contactless -, vale ficar de olho nas carteiras que permitem o pagamento com QR Code. É o caso, por exemplo, do Samsung Pay Mini, focado em smartphones menos modernos.

Quando o assunto envolve dinheiro e uso de celular, falar sobre segurança nunca é demais. É por isso que o especialista destaca a utilização de cartões virtuais, liberada por algumas carteiras. Em vez da pessoa cadastrar o número de seu cartão de débito ou crédito no aplicativo, ela usa um número especial. Assim, caso haja algum problema – como roubo ou golpe – o usuário “consegue bloquear só o cartão virtual em vez do físico”, diz.

Além disso, é essencial que a carteira seja segura e protegida com biometria e outras técnicas de autenticação. A empresa ainda deve dispor de meios de contato, caso o usuário enfrente problemas.

Já para as empresas, Bruna Allemann, educadora financeira da Acordo Certo, chama a atenção para um benefício importante: a oferta de mais opções para os clientes. “Isso ajuda muito a ampliar as vendas e disponibilizar as mais diversas formas de receber pelo seu serviço ou produto”.

Também é fundamental reparar nas taxas, geralmente praticadas com pessoas jurídicas. “Os credenciadores das carteiras cobram uma taxa para que o lojista receba do consumidor”, adverte Daniel. “Mas varia, não há uma tarifa única cobrada da mesma forma”. O jeito, portanto, é pesquisar.

Carteira digital é melhor que Pix?

Se a ideia é permitir transferências rápidas, por que não usar o Pix, certo? A opção é válida, mas não sacode as carteiras digitais para fora da mesa. Isso porque, conforme esclarece Daniel, o Pix tem uma adesão menor nas compras em estabelecimentos e um dos motivos é o interesse do mercado de cartões em trazer mais conveniência para o consumidor.

“Para o lojista, é mais natural o cartão, nem todos aceitam Pix. Fora que o consumidor tem que abrir o app do banco, digitar a chave do Pix do estabelecimento, digitar o valor... Às vezes, é mais fácil usar o cartão ou celular e fazer o pagamento contactless”, pondera.

Além disso, é complicado reaver o dinheiro pelo Pix quando o consumidor transfere uma quantia para um estabelecimento não idôneo, especialmente se for via e-commerce. “No cartão, é bem simples bloquear e receber o valor de volta. Ter uma entidade de confiança fazendo a intermediação traz vantagens para o consumidor”.

De um jeito ou de outro, Daniel destaca que o primordial não é tentar definir qual a melhor forma de pagamento, mas ter uma vasta gama de opções para que cada um consiga identificar qual prefere e em qual situação. “Cada consumidor tem uma necessidade diferente, o que é simples e legal para uma pessoa, pode não ser para outra. O importante é deixar a pessoa escolher qual o meio mais efetivo para aquela compra”.

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