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Carta de juristas em defesa da democracia ultrapassa 1 milhão de assinaturas

A Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito, organizada por juristas e pela Faculdade de Direito da USP, superou a marca de um milhão de assinaturas na noite desta quinta-feira, horas após leitura da íntegra do texto em evento em São Paulo. O documento foi subscrito por celebridades, políticos, economistas, presidenciáveis, juristas e integrantes da sociedade civil e, até o final desta quinta-feira, tinha 1.003.535 assinaturas.

11 de agosto: Ato em defesa da Democracia

Pulso: Largo de São Francisco reuniu 7,6 mil pessoas do lado de fora, diz medição de grupo de pesquisa da USP

Nesta quinta-feira, uma série de atos em defesa da democracia foram organizados pelo país, seguindo a diretriz definida pela Faculdade de Direito da USP, que definiu a data para a leitura da carta às brasileiras e aos brasileiros. Entre os presentes no evento, estavam o presidente da Fiesp, Josué Gomes, e da Febraban, Isaac Sidney, os reitores de todas as universidades públicas de São Paulo, representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

As manifestações contaram com o endosso de presidenciáveis como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da senadora Simone Tebet (MDB) e de Ciro Gomes (PDT), além de deputados, senadores, artistas e representantes de organizações da sociedade civil. O documento, no entanto, foi criticado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e por seus apoiadores, que a chamaram de "cartinha".

O documento foi costurado em memória à Carta aos Brasileiros, assinada e lida em 1977 no mesmo Largo do São Francisco, sede da Faculdade de Direito da USP. A carta original foi escrita no contexto da ditadura militar, como forma de denunciar a "ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos".