Mercado abrirá em 4 h 53 min
  • BOVESPA

    110.035,17
    -2.220,83 (-1,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.592,91
    +282,61 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,69
    +1,19 (+1,93%)
     
  • OURO

    1.751,90
    +23,10 (+1,34%)
     
  • BTC-USD

    46.356,62
    +1.738,34 (+3,90%)
     
  • CMC Crypto 200

    926,46
    -6,68 (-0,72%)
     
  • S&P500

    3.811,15
    -18,19 (-0,48%)
     
  • DOW JONES

    30.932,37
    -469,63 (-1,50%)
     
  • FTSE

    6.483,43
    0,00 (0,00%)
     
  • HANG SENG

    29.423,82
    +443,61 (+1,53%)
     
  • NIKKEI

    29.663,50
    +697,49 (+2,41%)
     
  • NASDAQ

    13.110,50
    +199,50 (+1,55%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7559
    -0,0024 (-0,04%)
     

Carrefour não considera Casino como alvo de aquisição, diz presidente

·1 minuto de leitura
Carrefour em Saint-Herblain, perto de Nantes, França

PARIS (Reuters) - O Carrefour, maior varejista de alimentos da Europa, não vê grandes oportunidades de aquisição na França e não considera o rival Casino como um possível alvo de compra, disse o presidente-executivo do Carrefour, Alexandre Bompard, nesta segunda-feira. "Não vemos oportunidades de nos fortalecermos na França. Não existe conversa sobre o Casino e discussões para grandes aquisições no país", disse Bompard à TV BFM. O Casino controla o grupo brasileiro GPA. Executivos do Carrefour disseram na semana passada que estavam "altamente confiantes" de que poderiam acelerar o desempenho do grupo, mesmo sem uma fusão com a canadense Alimentation Couche-Tard. "O episódio Couche-Tard ficou para trás. A página foi virada. Estamos de volta à ofensiva e continuaremos a nos desenvolver", disse Bompard à BFM. O negócio com a Couche-Tard, no valor de cerca de 20 bilhões de dólares, foi bloqueado pelo governo francês, que considera o setor varejista de alimentos de importância nacional estratégica. “O Carrefour é uma empresa magnífica, mas não uma empresa 'soberana'. Ninguém pode acreditar que a soberania da França depende do setor de varejo. Fármacos, defesa, esses são setores de soberania, mas não de varejo. Este argumento não é o certo", disse Bompard.

(Por Dominique Vidalon)