Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.038,11
    +2.117,50 (+1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.249,02
    +314,11 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,82
    +0,11 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.832,00
    +16,30 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    57.358,80
    +1.032,18 (+1,83%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.481,44
    +45,66 (+3,18%)
     
  • S&P500

    4.232,60
    +30,98 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    34.777,76
    +229,23 (+0,66%)
     
  • FTSE

    7.129,71
    +53,54 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    28.610,65
    -26,81 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    29.357,82
    +26,45 (+0,09%)
     
  • NASDAQ

    13.715,50
    +117,75 (+0,87%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3651
    -0,0015 (-0,02%)
     

Carrefour implementa "cláusula antirracista" em contratos

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
Bucharest, Romania - December 09, 2019: The logo of the French multinational retailer Carrefour is seen on top of Green Court Building B, in Bucharest. This image is for editorial use only.
Medida é uma 72 iniciativas de inclusão racial e combate à discriminação da companhia
  • Carrefour romperá contrato com fornecedor caso haja atitude racista

  • "Cláusula antirracista" já era usada desde janeiro, mas agora servirá para todos os contratos

  • Medida faz parte de uma das 72 iniciativas de combate ao racismo da empresa

O Carrefour anunciou nesta quarta-feira (28) que os contratos de fornecedores agora terão uma “cláusula antirracista”. Assim, caso haja uma atitude racista, haverá pagamento de multa e o contrato com o fornecedor será rompido. As informações são do UOL.

Leia também:

Essa cláusula já vem sendo usada em contratos desde janeiro, segundo a empresa, mas só agora vai se aplicar a toda a base. 

O Carrefour também apresentou novas diretrizes para segurança interna, com investimento de R$ 5 milhões.

Iniciativas de inclusão

A medida é uma das 72 iniciativas de inclusão racial e combate à discriminação divulgadas pela companhia depois do assassinato de João Alberto de Silveira Freitas em uma unidade de Porto Alegre.

"Promover a diversidade e combater o racismo são questões urgentes. As medidas não são uma prestação de contas. São uma inspiração para sociedade", disse o CEO da companhia, Noel Prioux. 

Segundo Prioux, “não cabe mais racismo na sociedade, não cabe mais racismo no Brasil. “Precisamos assumir a linha de frente nesse combate, incentivando mudanças de comportamento. Não basta combater o racismo. Tem que ter comportamento antirracista", afirmou.