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Carrefour anuncia fundo para combater racismo e distribui R$ 482 milhões a acionistas

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
A graffiti written by demonstrators reads "Racists" at the entrance of a Carrefour supermarket in Curitiba, Brazil, on November 20, 2020. - The death of a black man on Thursday night after being beaten by white security agents in a supermarket belonging to the Carrefour group in Porto Alegre unleashed a wave of indignation in Brazil. (Photo by Guilherme BITTAR / AFP) (Photo by GUILHERME BITTAR/AFP via Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Após anunciar que iria criar um fundo de R$ 25 milhões para fomentar ações de combate ao racismo no Brasil, o Carrefour Brasil pagou a segunda e última parcela dos lucros distribuídos pela empresa a seus acionistas neste ano. Eles receberam R$ 482 milhões no total.

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O grupo francês que controla a rede teve direito a R$ 345 milhões e a Península, da família do empresário Abílio Diniz, ficou com R$ 37 milhões. As informações são da coluna Painel S/A, da Folha de S.Paulo.

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A criação do fundo aconteceu depois da morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, assassinado por dois seguranças da rede de supermercados Carrefour em uma unidade localizada em Porto Alegre. O episódio gerou enorme indignação no país e repercutiu na França, sede do grupo de supermercados.

A empresa diz que doará também os resultados obtidos com suas vendas em todas as lojas do país na sexta (20), Dia da Consciência Negra, quando as imagens do assassinato de João Alberto foram divulgadas.. No ano passado, o Carrefour lucrou R$ 1,98 bilhão no Brasil. Neste ano, os resultados contabilizados nos primeiros nove meses indicam uma alta de 49,6% nos lucros da rede.

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