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Mãe do filho de Felipe Araújo afirma: “Me agrediu psicológica e moralmente”

Carol Marchezi é do filho do cantor Felipe Araújo (reprodução / instagram @felipearaujocantor e @carolmarchezi)

Carol Marchezi, mãe de Miguel, filho do cantor Felipe Araújo, usou as redes sociais para expor fatos que tem passado com o cantor nos últimos meses. Entre as revelações está o registro de um boletim de ocorrência contra ele após uma discussão sobre pensão.

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“Nunca falei nada por dois motivos: primeiro pela exposição que o meu filho teria e infelizmente está tendo; segundo porque a mulher sempre sai como errada para a maioria dos julgadores de plantão”, começou o relato nos stories do Instagram.

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Ela lembrou que no final gestação, que aconteceu em 2019, ela só teve contato com ele na reta final. “A advogada dele veio a Vitória e ofereceu dois salários mínimos de pensão, depois ofereceu três salários. Meu advogado disse que, com esse valor, não haveria acordo. Que tudo deveria ser feito em prol do Miguel”, revelou.

Carol afirmou que não queria judicializar o fato e que Felipe que entrou com uma ação. “Provisoriamente o juiz aumentou o valor ofertado. O processo ainda está em andamento. Em setembro do ano passado realmente houve a discussão onde o pai do meu filho me agrediu psicológica e moralmente, conforme relatei na delegacia de proteção à mulher. Não houve agressão física”, ressaltou.

A capixaba relatou a discussão: “O genitor do meu filho veio na minha direção apontando o dedo no meu rosto, com tom de voz alterado, e dizendo a quem quisesse ouvir: 'Vou contratar os melhores advogados e vou tirar o Miguel de você'”.

Ela ainda pontuou que sentiu sua maternidade agredida. “Não tenho como lutar contra alguém que tem mil vezes o poder financeiro e midiático que eu tenho. Fiquei pensando: 'Meu Deus, se ele quiser tirar meu filho... O que eu vou fazer?'. Durante essa discussão ele disse que em uma conversa com sua advogada, a profissional teria dito que a única forma de tirar o Miguel de mim seria se e fosse pega com uma bolsa cheia de drogas”, relatou.

As acusações foram suficientes para Carol ir à uma delegacia. “Não queria ir de jeito nenhum pois fiquei com medo, mas  se eu não fosse ainda seria apontada como a errada. Diriam: 'Se foi agredida mesmo, porque não à delegacia?’. Rejeitei o medo, a insegurança e a exposição e fui”, avaliou.

“Na semana seguinte levei meu filho a Goiana. Tive medo no aeroporto, tive medo hotel, fiquei desconfiada durante toda a viagem, foi horrível. Entendi que o que deixaria meu filho orgulhoso seria me posicionar e não me calar. Mesmo que em consequência disso eu tenha que passar por julgamentos e difamações vindo de pessoas que juraram saber de tudo, mas que não sabem absolutamente de nada”, completou.

Ela concluiu: “É muito triste ter que expor esses tipos de situações. Eu sempre tentei reservar ao máximo o meu filho, mas não posso me omitir a isso. Só quem já viveu sabe o quanto é desgastante brigar judicialmente”.

Outro lado

A defesa de Felipe Araújo se pronunciou por nota à ‘Quem Acontece’. “A defesa ainda informa que Felipe jamais ajuizou qualquer ação para reduzir a pensão alimentícia do filho Miguel. Esclarece que quando a Sra. Carolina estava grávida de 7 meses, Felipe ajuizou uma ação de fixação de alimentos gravídicos (ou seja, antes mesmo da realização de exame de DNA). A defesa de Felipe informa que paga mensalmente ao menor Miguel o valor fixado pelo poder judiciário, e, que mesmo sem realizar qualquer show há mais de 3 três meses vem cumprindo fielmente com o determinado pela decisão judicial. Quanto a alegação de que Felipe supostamente está buscando a guarda do menor, notadamente se trata de uma inverdade descabida, vez que sequer cogitou essa situação, pois entende e concorda que o filho deve residir com a genitora. Nunca tomou conhecimento de tais fatos. Negando também as alegações de que teria ameaçado tirar a guarda do filho em qualquer momento, vez que nunca teve essa intenção”, afirmaram.