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Carol Castro explora loucura em ‘Insânia’, série de terror psicológico: ‘Era tudo que buscava’

·2 min de leitura

No início do laboratório na polícia científica em São Paulo para o trabalho em “Insânia”, Carol Castro tomou um susto com a coincidência. A perita criminal que a recebeu disse: “Bom dia, eu me chamo Paula”. O nome é o mesmo da protagonista da série que estreia na próxima sexta-feira no Star+, a primeira de terror psicológico da plataforma de streaming da Walt Disney Company que chegou ao Brasil no fim de agosto. Investigadora forense que sofre um trauma e é internada numa instituição psiquiátrica, a Paula da ficção percebe que nem tudo é o que parece por trás dos muros do casarão que abriga os pacientes.

Com a Paula real e outras peritas (o número de mulheres na função foi algo que chamou positivamente a atenção da atriz), Carol esteve em cenas de crimes reais e no Instituto Médico Legal para acompanhar autópsias. O ciclo de preparação nunca fora tão completo para um papel, segundo a atriz, que teve a companhia de Rafaela Mandelli, sua colega de elenco e de “polícia” nesse processo.

— Pela primeira vez na vida, posso dizer que vivi uma personagem do início ao fim. Tive um “antes” muito importante — diz Carol, de 37 anos, relembrando as cenas pesadas de vida real que presenciou. — O primeiro crime que vi foi um feminicídio por estrangulamento. Nem preciso dizer o quanto isso é intenso.

Um detalhe: nesse dia, quem a acompanhou foi a perita Carolina.

— Houve várias coincidências, o que é curioso numa série como essa — diz Carol.

Gênero da vez

Recentemente em cartaz nos cinemas com a comédia “Dois mais dois”, a carioca conta que thrillers psicológicos são seus favoritos tanto como espectadora quanto atriz.

— Sempre busquei chegar a esse lugar. Por isso que, quando vi o teste, falei: “Meu Deus, preciso pegar essa personagem”. Era tudo que buscava na minha carreira. Gosto de suspense com essa pegada de terror também. Ouso dizer que o longa “O juízo” (com direção de Andrucha Waddington, roteiro de Fernanda Torres e ainda com Fernanda Montenegro no elenco) foi um aquecimento. Tinha o suspense, caminhando para o terror, digamos assim, e a minha personagem era o fio condutor do medo — diz Carol, que, no ano que vem, volta aos cinemas numa outra pegada, na cinebiografia de Eike Batista, “Eike — tudo ou nada”, no papel de Luma de Oliveira, ex-mulher do empresário.

Em “Insânia”, por sua vez, a ideia de explorar o medo surgiu a partir das leituras das obras de Freud e Carl Jung feitas pelo criador da série, o argentino Lucas Vivo.

— Meu trabalho consiste em observar a conduta humana e, em 2018, me interessei muito em explorar o tema da loucura e dos sonhos — diz Lucas, também um consumidor de thrillers psicológicos.

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