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Carne feita em laboratório deve chegar ao Brasil em 2024

·2 minuto de leitura
Close up of a scientist is checking the cultured artificial meat sample in a modern laboratory.
Carne feita em laboratório com a mais alta tecnologia
  • Brasil Foods investiu numa startup israelense especializada no mercado

  • Bifes de laboratório pode ter 35% do mercado global até 2040

  • A carne é feita a partir da reprodução de células

Depois dos carros voadores, chegamos a mais uma coisa do desenho Jetsons que pode tornar-se comum no futuro: carne feita em laboratório.

Essa tecnologia já é desenvolvida por 70 startups em ao menos 10 países, principalmente focada em insumos e produtos finais, de acordo com o The Food Food Institute.

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Segundo reportagem do Estadão, no ano passado a primeira aprovação de carne "cultivada' aconteceu em Cingapura. E é um mercado em franca expansão.

No ano passado, os investimentos para o setor bateram recorde, com 360 milhões de dólares (R$ 1,87 bilhão), seis vezes mais que o registrado em 2019.

No Brasil, quem parece que não quer perder esse bonde é a Brasil Foods. Em julho, a empresa anunciou parceria com um fundo para investir numa startup israelense especializada em fazer bifes a partir da "criação" de células animais.

Projeções do mercado

De acordo com estudo da consultoria AT Kearney, a proteína produzida em laboratório deve abocanhar 35% do mercado global até 2040, uma fatia de 630 bilhões de dólares num um ramo da economia que movimenta 1,8 trilhão de dólares (R$ 7,8 trilhões). Ao Estadão, a BRF disse que esperar lançar sua carne "cultivável" até 2024.

Como se faz um bife em laboratório

A produção não leva antibióticos e começa com a coleta de uma amostra de células de alta qualidade dos animais - geralmente por uma biópsia.

Diferente dos transgênicos (geneticamente modificados), a carne é feita a partir da reprodução de células. Ao final do processo, pelo microscópio, é possível ver a mesma estrutura da carne de um animal morto, por exemplo.

Startup Israelense

A Aleph Farms foi fundada em 2017 e despertou o interesse dos investidores pelo mundo. O dinheiro da BRF, por exemplo, fez parte da segunda rodada de aportes da startup, que levantou 105 milhões de dólares.

A Aleph anunciou em fevereiro a produção de um bife por bioimpressão em 3D. A proteína cultivada pela Aleph deve chegar ao Brasil em forma de almôndega, embutidos e hamburger. Como é uma nova tecnologia nova, precisa de autorização da Anvisa e do Ministério da Agricultura e Pecuária para operar no Brasi

 

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