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Carlos Ghosn nega qualquer responsabilidade no escândalo 'Dieselgate'

·1 minuto de leitura
Foto de janeiro de 2020 de Carlos Ghosn

O ex-presidente da Nissan e Renault, Carlos Ghosn, negou qualquer responsabilidade no escândalo do "Dieselgate" durante um interrogatório em Beirute em maio, segundo documentos acessados pela AFP.

Renault, Volkswagen, Peugeot e Citroën foram acusadas neste caso revelado em 2015. Fiat e Chrysler também estão sob ameaça de sanções legais.

Todas essas fabricantes são acusadas de manipular os testes de emissões dos veículos a diesel.

Três magistrados franceses viajaram de Paris a Beirute para interrogar o ex-executivo, de 67 anos.

Ghosn, que foi interrogado como testemunha, afirmou que não estava envolvido em questões relacionadas ao desempenho dos motores, segundo a ata do interrogatório.

O escândalo "Dieselgate" veio à tona quando a Volkwagen admitiu em 2015 ter usado "dispositivos de desativação" para trapacear nos testes de emissões em 11 milhões de motores a diesel.

Desde então, o escândalo afetou outras fabricantes e desencadeou investigações em vários países.

Em 2016, o escritório antifraude francês acusou diretamente Ghosn, dizendo que "toda a rede de comando" da Renault estava envolvida no assunto e que a fraude fazia parte da "estratégia da empresa".

Ghosn, que dirigiu a Renault de 2005 a 2019, negou que a empresa falsificasse os testes de emissões.

"De forma alguma economizamos no respeito às normas (ambientais)", disse aos investigadores Ghosn, de origem brasileira, e que também possui nacionalidade francesa e libanesa.

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