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Carlos Bolsonaro pagou generosos bônus a servidores suspeitos de 'rachadinha', diz revista

·2 minuto de leitura
Carlos é investigado pelo MP do Rio por suspeita de contratação de funcionários fantasmas. (Foto: Agência Brasil)
Carlos é investigado pelo MP do Rio por suspeita de contratação de funcionários fantasmas. (Foto: Agência Brasil)

O vereador Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, distribuiu generosas gratificações a assessores suspeitos de participar de esquema de “rachadinhas” ou de serem funcionários fantasmas, de acordo com uma reportagem publicada nesta sexta-feira (30) pela revista Veja.

Um inquérito conduzido pelo MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) apura desde 2019 a contratação de supostos funcionários fantasmas no gabinete de Carlos na Câmara do Rio, onde é vereador desde 2000.

Dados obtidos pela revista Veja via LAI (Lei de Acesso a Informação) indicam que o gabinete de Carlos pagou R$ 3,035 milhões em gratificações que podiam chegar a até 80% da renda mensal de cada um dos assessores.

Chamadas de “encargos DAS”, os bônus são concedidos aos servidores escolhidos pelo parlamentar para realizarem alguma tarefa adicional, como sentar-se à cadeira de uma comissão da Câmara, por exemplo. Não é necessária nenhuma justificativa ou prova de capacidade técnica, nem tampouco há controle de presença nas reuniões.

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A concessão de gratificações não constitui irregularidade e está prevista no regimento da Câmara. Contudo, o ilícito ocorre se o funcionário recebe o bônus sem realizar as atribuições que justificariam o adicional.

De acordo com levantamento da Veja, a assessora que mais recebeu gratificações foi beneficiada com a quantia de R$ 673.670. Ela esteve lotada no gabinete de Carlos por mais de onze anos e fez parte do grupo de nove assessores exonerados em dezembro de 2018, após a eleição de Bolsonaro para presidente.

Apesar da quantia que recebia, a assessora morava, até pouco tempo atrás, em uma casa de tijolo aparente e que dividia espaço com uma oficina mecânica, em uma favela em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

Procurado pela revista Veja, o vereador Carlos Bolsonaro não quis responder.

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