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Carla Zambelli provoca Moro nas redes sociais: 'qual deles é você?'

·3 min de leitura

Após o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) divulgar uma entrevista onde fala sobre suas propostas como possível candidato à Presidência nas redes sociais, a deputada Carla Zambelli (PSL) provoca o ex-aliado e questiona qual é o verdadeiro perfil do ex-juiz que se filiou recentemente ao podemos e deve se lançar pré-candidato à Presidência da República. No Twitter, o ex-ministro da Justiça escreveu que no projeto dele e do Podemos, "as pessoas estarão em primeiro lugar, as pessoas estarão acima de tudo”, em referência ao slogan de Bolsonaro "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos". E a deputada respondeu:

"Qual deles é você? O ministro que afirmou que trabalhadores poderiam cumprir pena de prisão e autorizou algemarem pessoas na rua ou o candidato que vem pintado de ouro? Ah, tem também aquele "padrinho" que vaza um trecho da conversa para o JN, com palavras fora de contexto."

A deputada é aliada de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro (PL) e rompeu com Moro quando o ex-ministro saiu do governo acusando o presidente de tentar interferir na Polícia Federal. Quando a briga de Moro e Bolsonaro se tornou pública, a deputada — que teve Moro como padrinho de casamento — até tentou convencê-lo a não sair do governo.

Em maio de 2020, foi divulgada uma troca de mensagens entre Moro e Zambelli. Nas mensagens, Zambelli diz: "Por favor, ministro, aceite o Ramage", em referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ele é um dos cotados para a Direção-Geral da Polícia Federal.

A deputada ainda propõe a Moro que aceite a mudança na PF em troca de sua nomeação no STF. "E vá em setembro pro STF", escreveu a parlamentar. "Eu me comprometo a ajudar", acrescentou. Em seguida, completou: "A fazer JB prometer", em alusão ao presidente Jair Bolsonaro.

Nas mensagens, a deputada implora a Moro que aceite a indicação de Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), feita pelo presidente Bolsonaro, para o comando da Polícia Federal. Em seguida, a deputada sugere que Moro vá ao STF em setembro (em referência à abertura de uma das vagas do Supremo) e promete ela mesma convencer Bolsonaro a indicá-lo. Após o pedido, Moro responde apenas o seguinte: "não estou a venda".

As mensagens foram reveladas pelo Jornal Nacional e fazem parte do inquérito que investiga uma suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, que foi denunciada por Moro. Os esforços de Zambelli, contudo, foram em vão, e Moro saiu do governo.

Na publicação no Twitter, a deputada também faz menção à uma portaria assina por Moro e por Henrique Mandetta quando eram ministros. A medida foi editada no começo da pandemia e autorizava o uso de força policial para forçar indivíduos suspeitos de contaminação pelo novo coronavírus a ficar em isolamento ou quarentena. O texto ainda estabelecia que o descumprimento do isolamento e da quarentena pode ensejar a responsabilização civil, penal ou administrativa da pessoa suspeita de contaminação.

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