Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.227,09
    +94,56 (+0,09%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.412,47
    +211,88 (+0,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,03
    -0,68 (-1,49%)
     
  • OURO

    1.816,50
    +5,30 (+0,29%)
     
  • BTC-USD

    17.346,72
    +272,35 (+1,60%)
     
  • CMC Crypto 200

    339,97
    -30,54 (-8,24%)
     
  • S&P500

    3.629,65
    -5,76 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    29.872,47
    -173,77 (-0,58%)
     
  • FTSE

    6.362,93
    -28,16 (-0,44%)
     
  • HANG SENG

    26.819,45
    +149,70 (+0,56%)
     
  • NIKKEI

    26.542,28
    +4,97 (+0,02%)
     
  • NASDAQ

    12.159,25
    +7,00 (+0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3419
    +0,0020 (+0,03%)
     

Carga de energia do Brasil deve subir 1,3% em agosto com menor isolamento, projeta ONS

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - A carga de energia do sistema elétrico interligado do Brasil deve crescer 1,3% em agosto quando na comparação com o mesmo mês do ano passado, projetou nesta sexta-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), à medida que o país gradualmente relaxa medidas de isolamento adotadas contra o coronavírus.

O melhor desempenho é esperado no Nordeste, onde a demanda para o próximo mês deve ser 2,5% superior à registrada em agosto de 2019. A previsão coincide com uma redução nos casos e mortes por coronavírus na região, segundo dados do Ministério da Saúde.

No Sudeste, que concentra o maior consumo e é o polo industrial do país, a carga deve fechar com aumento de 1,3% na comparação anual, segundo o boletim do ONS.

Também é esperado aumento na demanda no Sul, com alta de 0,9% ano a ano, enquanto o Norte seria única região com retração, de 0,2%.

Em abril, primeiro mês totalmente sob impactos da pandemia de Covid-19, a demanda por energia desabou 12%, conforme diversas empresas colocaram funcionários em trabalho remoto e indústrias reduziram atividades em meio à desaceleração da economia.

Em maio, houve queda de 10% na carga de energia, que representa soma do consumo com as perdas na rede.

Em junho, o desempenho foi melhor, mas ainda com recuo, de 3,4% na comparação anual.

O ONS não divulgou ainda o resultado da demanda por eletricidade em julho, quando havia expectativa de leve aumento, de 0,5% na comparação anual.

O órgão do setor de energia ainda projetou que as chuvas na região das hidrelétricas do Sudeste, que concentram os principais reservatórios, devem ficar em 73% da média histórica em agosto.

No Sul, que atravessou uma seca desde meados do ano passado, mas teve melhoria nas últimas semanas, as precipitações devem ficar em torno de 70% da média, segundo o ONS.

(Por Luciano Costa)