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Carga de energia do Brasil deve recuar 3% em 2020; impacto se concentra no 1º semestre

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SÃO PAULO (Reuters) - A carga de energia do Brasil deverá registrar queda de 3% em 2020, com os impactos causados pela pandemia de coronavírus se concentrando no primeiro semestre do ano, disse nesta terça-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

De acordo com revisão quadrimestral realizada pelo ONS em parceria com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a margem deve apresentar "retomada mais substancial" no segundo semestre, embora ainda seja vista o recuo da carga na comparação anual.

Em comunicado, o ONS disse que a previsão leva em conta uma queda de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano.

Para o período de 2020 a 2024, os órgãos do setor elétrico passaravam a ver um avanço de 3,9%, projetando um ambiente econômico mais estável e uma recuperação gradual no mercado de trabalho e atividade econômica principalmente entre 2022 e 2024.

"Os impactos negativos da crise na confiança dos agentes restringem um crescimento mais forte do PIB em 2021", ponderou o ONS em nota, estimando um crescimento de 4,3% da carga no ano que vem.

"Nos anos seguintes, o crescimento projetado é de 3,9% em 2022; de 3,7% em 2023; e de 3,6% em 2024", concluiu.

(Por Gabriel Araujo)