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Cardiopata pode se exercitar, mas com orientação médica

·2 minuto de leitura

É possível praticar diversos exercícios físicos e até ser um atleta, mesmo sendo cardiopata. Atividades como caminhadas, muito recomendadas a esses pacientes, podem ser somadas a outras práticas esportivas, desde que tenham um acompanhamento médico.

— A caminhada é muito pouco. Ela pode ser acrescentada a uma série de outros exercícios. O ideal é que pacientes cardiopatas façam tanto exercícios físicos aeróbicos, como a caminhada, quanto os resistidos, que são exercícios de força — explica o cardiologista Mateus Freitas Teixeira, um dos autores do livro “Cardioesporte: cardiologia do exercício e do esporte, prevenção cardiovascular, diagnóstico e condutas práticas”, lançado este mês pela Editora Atheneu.

O cardiologista destaca ainda a diferença entre atividades e exercícios físicos. A primeira é tudo que uma pessoa pode fazer, como caminhar até a padaria ou varrer o chão. Já os exercícios físicos são atividades planejadas, estruturadas com períodos e séries, explica o médico.

Mateus, que também é cardiologista do Vasco e diretor da Sociedade de Medicina do Exercício e do Esporte do Rio de Janeiro (SMEERJ), ressalta a importância de um cardiologista do esporte na avaliação médica de um cardiopata que queira praticar exercícios.

— A recomendação é que um cardiologista do esporte faça avaliação de um atleta, do ponto de vista cardiológico, porque existem alterações de eletrocardiograma, por exemplo, que só o cardiologista do esporte vai poder identificar como normais ou não — afirma.

Segundo Mateus, por meio da consulta médica, chamda avaliação pré-participação, serão identificadas as limitações do paciente para que o profissional de Educação Física saiba a melhor forma de trabalhar:

— O primeiro passo é fazer a avaliação pré-participação, onde o médico do esporte vai fazer um inventário médico focado em questões ortopédicas do paciente e questões cardiopulmonares. Depois, ele consegue orientar o professor de Educação Física ou o fisioterapeuta sobre quais os melhores exercícios a serem feitos. Assim, a gente consegue fazer com que um paciente com marcapasso, por exemplo, faça atividade física com segurança.

O livro aborda, em 36 capítulos, a ampla gama de aspectos relacionados ao exercício físico e ao desempenho de esportes de cardiopatas ou não, que praticam atividades físicas e esportivas. Entre os temas discutidos estão as peculiaridades do aparelho cardiovascular do atleta, os benefícios e os problemas da atividade física regular, combate ao estilo de vida sedentário, prevenção dos potenciais riscos cardiológicos do esporte, utilização de exames complementares, correlações genéticas e um estudo particularizado das tão polêmicas adaptações fisiológicas cardíacas.

Mateus ressalta que o livro também aborda a importância de dar atenção às mudanças no coração de quem pratica esporte.

— Esse livro vem corroborar essa subespecialidade e a importância de estarmos atentos às mudanças que acontecem no coração do atleta e de acompanharmos pacientes cardiopatas nesse processo de fazer atividades — completa Mateus.

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