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Carbono atinge recorde na UE em meio à cúpula climática de Biden

Jesper Starn e William Mathis
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A valorização dos preços no maior mercado de carbono do mundo mostra que fazer a indústria pagar para poluir está funcionando, justo quando líderes mundiais se reúnem para debater o clima em conferência organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

Os preços no sistema de comércio de emissões da União Europeia bateram recordes todos os dias desta semana, em meio ao acordo alcançado entre parlamentares europeus sobre metas de poluição mais rígidas e melhor visão de investidores de como o bloco estabelecerá padrões verdes no futuro.

O rali do carbono coincide com a cúpula virtual organizada pelos EUA com cerca de 40 líderes mundiais na quinta-feira, em uma tentativa de unir forças para combater a mudança climática antes das negociações no final do ano em Glasgow. Algumas dessas negociações na conferência das Nações Unidas se concentrarão em como e se um mercado global de carbono pode funcionar.

Os preços das emissões na Europa acumulam alta superior a 40% este ano, o que elevou o custo de referência da energia para o ano seguinte na Alemanha para o maior nível em uma década.

O rali do carbono se deve, em parte, ao debate político sobre mudança climática. No entanto, analistas ficaram surpresos com o rápido aumento do preço da poluição, que se antecipou à implementação de fato de novas políticas. As apostas de investidores nesse mercado nos últimos meses também explicam o movimento.

No entanto, existe a preocupação de que os preços possam estar subindo muito rápido e muito cedo. A Polônia pediu a reguladores da UE que analisem o assunto, e mais países poderiam seguir o exemplo. Com o aumento dos preços da energia em linha com a alta do carbono, fica mais caro gerar eletricidade e o custo é arcado pelos consumidores.

O carbono da UE chegou a subir 2,2%, para 46,91 euros a tonelada na quinta-feira.

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