Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    43.282,40
    +963,51 (+2,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

'Caramba, dói muito", diz Gabriela Chibana, emocionada, após eliminação no judô

·2 minuto de leitura

TÓQUIO, JAPÃO (FOLHAPRESS) - Com as mãos cruzadas, trêmulas pelo nervosismo e frustração, Gabriela Chibana chorou após a eliminação no judô das Olimpíadas. Ela foi derrotada na segunda rodada da categoria até 48 quilos por Distria Krasniqi. A lutadora do Kosovo é a líder do ranking mundial.

"Dói. Caramba, dó muito", disse a brasileira, com os olhos marejados e tentando controlar a emoção, neste sábado (24) no Japão.

"Por enquanto, o que tenho é o sentimento de dor. Não sei se isso vai reverter com o tempo. É uma vida para ter esse sonho [de estar na Olimpíada]. Estou chateada pelo meu país", completou.

Ela havia obtido uma vitória-relâmpago na primeira rodada. Depois de apenas 14 segundos de combate, aplicou um ippon, o golpe decisivo do judô, em Harriet Bonface, do Malawi. O mesmo movimento que a derrotaria na rodada seguinte.

O sorteio das chaves não foi bom para a brasileira por colocá-la no caminho de uma das favoritas à medalha de ouro. "Ela [Krasniqi] tem um judô de muita força. Eu poderia ter me movimentado melhor, mas são coisas da luta. Ela estava insistindo e eu bobeei."

Aos 27 anos, Gabriela tem no mínimo mais um ciclo olímpico pela frente. Quando chegarem as Olimpíadas de Paris, em 2024, a judoca terá 30. Formada em enfermagem, ela não fala sobre os planos futuros, mas considera que sua participação em Tóquio e especialmente no Nippon Budokan, ginásio considerado templo da modalidade, fecha um ciclo em sua vida.

"Acho que quero levar desde o começo até aqui tudo o que vivi. Tive a oportunidade de fazer um esporte lindo, onde moldei meu caráter, minha personalidade, forjei quem eu sou. Tudo o que o judô me proporcionou até hoje sou grata por todas as conquistas e derrotas. Isso tudo fecha um tempo com o que aprendi no judô", analisou.

Fora da lista de atletas do país que vão disputar a competição por equipes, Gabriela Chibana, a menina que, nos Jogos de Londres-2012, entrou escondida na Vila Olímpica como sparring de Sarah Menezes, terá de embarcar de volta ao Brasil. "É chato ter de voltar", finalizou.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos