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Cantor gospel indiciado por 'calote' de R$ 340 mil em marcas de luxo é preso em SP

·3 min de leitura

Indiciado pela Polícia Civil do DF por suspeita de aplicar golpes em marcas de luxo — Prada, Gucci e Burberry — no valor de R$ 340 mil, o cantor e blogueiro gospel André Luís dos Santos Pereira, de 35 anos, foi preso pela Polícia Militar de São Paulo na última sexta-feira. Ele foi abordado no bairro Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, na Grande SP, e, ao realizarem consultas com seu documento, os agentes constataram que o artista era procurado pela Justiça do Distrito Federal — em 2019 Pereira foi condenado a três anos, cinco meses e três dias de reclusão em regime semiaberto, além de 20 dias-multa, por participação na máfia dos concursos.

O cantor foi encaminhado para o 2º DP de São Bernardo do Campo, onde o caso foi registrado como captura de procurado, informou a Secretaria de Segurança Pública de SP. De acordo com a pasta, no carro onde Pereira com duas outras pessoas estava foram encontrados cartões bancários e documentos.

Além do cantor, outras duas pessoas também foram indiciadas por suspeita de participação dos golpes em marcas de luxo no DF: Carlos Roberto Saraiva Júnior e Tiago Barbosa de Miranda. O trio foi denunciados po funcionários das grifes, que procuraram a 5ª DP (Área Central). Os R$ 340 mil são referentes a artigos de vestuário, como ternos, camisas, calças, sapatos e cintos que, segundo as vítimas, foram adquiridos com transferências bancárias falsas. Os suspeitos respondem por associação criminosa e estelionato.

De acordo com o delegado-chefe da 5ª DP, Gleyson Mascarenhas, representantes da Gucci e da Prada fizeram um registro de ocorrência contra os suspeitos.

— Eles denunciaram que havia uma associação criminosa que havia dado o golpe neles. A gente investigou e chegou-se até os envolvidos — disse o policial.

Segundo ele, os suspeitos entraram em contato com vendedores das lojas e solicitaram atendimentos VIP — quando as roupas são levadas até os compradores. O trio usaria escritórios mantidos na Área Central.

Um dos atendimentos VIP foi em 6 de setembro, marcado com um vendedor da Prada. Foi feita uma compra no valor de R$ 151,3 mil. Dois dias depois, um funcionário da Gucci fez uma venda de R$ 124,3 mil.

— Um deles saía com as roupas e um outro simulava uma transferência bancária, fazia uma simulação falsa. Como são empresas grandes, que o dinheiro vai para conta jurídica, demorava para confirmar e, enquanto isso, eles tinham ido embora com as roupas já — afirmou o delegado.

O policial disse que num determinado caso, os supeitos simularam uma transferência e, propositalmente, colocaram o nome do banco errado. Assim, a transação nunca se concretizaria.

Uma terceira loja também foi alvo dos suspeitos. A Burberry ainda não fez uma representação contra o trio, mas um vendedor já foi ouvido na 5ª DP.

— Ele confirmou que foram feitas compras lá na mesma forma que foram feitas nas outras duas (lojas). (Foram gastos) Em torno de R$ 72 mil — disse Mascarenhas.

Mais de 70 pessoas já foram indiciadas na investigação da Polícia Civil do DF sobre a máfia dos concursos. A primeira fase da operação que investiga as fraudes ocorreu em 2016. André, de acordo com o processo, era o responsável por captar clientes para a quadrilha.

Entre os integrantes do bando, de acordo com a polícia, estão pessoas que ajudaram a manter o esquema e outras que foram ilegalmente aprovados em concursos ocorridos no DF, entre eles o do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Secretaria de Educação e do Corpo de Bombeiros.

Em maio deste ano, em mais um descobramento da operação, quatro servidores da Secretaria de Saúde foram presos suspeitos de participar do esquema.

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