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Cantor gospel e dois cúmplices são indiciados por 'calote' de R$ 340 mil em lojas como Prada e Gucci no DF

·2 min de leitura

O cantor e blogueiro gospel André Luís dos Santos Pereira, de 35 anos, e dois cúmplices — Carlos Roberto Saraiva Júnior e Tiago Barbosa de Miranda — foram indiciados pela Polícia Civil do Distrito Federal por golpes em marcas de luxo que somam R$ 340 mil. Eles foram denunciados por funcionários das grifes, que procuraram a 5ª DP (Área Central). O valor é referente a artigos de vestuário, como ternos, camisas, calças, sapatos e cintos que, segundo as vítimas, foram adquiridos com transferências bancárias falsas. Os suspeitos respondem por associação criminosa e estelionato.

De acordo com o delegado-chefe da 5ª DP, Gleyson Mascarenhas, representantes da Gucci e da Prada fizeram um registro de ocorrência contra os suspeitos.

— Eles denunciaram que havia uma associação criminosa que havia dado o golpe neles. A gente investigou e chegou-se até os envolvidos — disse o policial.

Segundo ele, os suspeitos entraram em contato com vendedores das lojas e solicitaram atendimentos VIP — quando as roupas são levadas até os compradores. O trio usaria escritórios mantidos na Área Central.

— Ali, eles adquiriam diversas peças de roupa — disse Mascarenhas, que não citou os nomes de nenhum dos suspeitos.

Um dos atendimentos VIP foi em 6 de setembro, marcado com um vendedor da Prada. Foi feita uma compra no valor de R$ 151,3 mil. Dois dias depois, um funcionário da Gucci fez uma venda de R$ 124,3 mil.

— Um deles saía com as roupas e um outro simulava uma transferência bancária, fazia uma simulação falsa. Como são empresas grandes, que o dinheiro vai para conta jurídica, demorava para confirmar e, enquanto isso, eles tinham ido embora com as roupas já — afirmou o delegado.

O policial disse que num determinado caso, os supeitos simularam uma transferência e, propositalmente, colocaram o nome do banco errado. Assim, a transação nunca se concretizaria.

Uma terceira loja também foi alvo dos suspeitos. A Burberry ainda não fez uma representação contra o trio, mas um vendedor já foi ouvido na 5ª DP.

— Ele confirmou que foram feitas compras lá na mesma forma que foram feitas nas outras duas (lojas). (Foram gastos) Em torno de R$ 72 mil — disse Mascarenhas.

Dois dos suspeitos ficaram em silêncio durante o depoimento e um terceiro, remarcou o depoimento. O policial não comentou se foram solicitadas medidas cautelares para os suspeitos, mas informou que até esta quarta-feira não havia prisões decretadas.

Mascarenhas disse que, agora que o caso dos golpes veio à tona, acredita que outras vítimas apareçam:

— Como foram três lojas... Um deles teve envolvimento com fraude há algum tempo, já tem passagem por estelionato, uso de documento falso. Acreditamos que ele faz disso um meio de vida.

Além do indiamento por estelionato e associação criminosa, Pereira teve o nome ligado à máfia dos concursos. Ele foi condenado três anos, cinco meses e três dias de reclusão, além de 20 dias-multa, em 2019.

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