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CanSino informa Anvisa sobre mudança de representação da vacina no Brasil

·2 minuto de leitura

Nos últimos dias, o acordo de intenção de compra da vacina Convidecia contra o coronavírus SARS-CoV-2 é objeto de análise. A farmacêutica chinesa CanSino, responsável pelo desenvolvimento da fórmula, anunciou mudança nos seus representantes legais para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desde o dia 18 de maio, a Anvisa analisa os documentos do imunizante contra a COVID-19 para uso emergencial.

Segundo comunicado da CanSino enviado no dia 17 de junho para a Anvisa, as empresas Belcher Farmacêutica do Brasil Ltda. e o Instituto Vital Brazil S.A. não possuem mais autorização para representar a chinesa nacionalmente. Segundo a CNN, o Ministério da Saúde teria um acordo de intenção de compra para 60 milhões de doses do imunizante.

CanSino informa mudança na representação brasileira para a Anvisa (Imagem: Reprodução/Diana Polekhina/Unsplash)
CanSino informa mudança na representação brasileira para a Anvisa (Imagem: Reprodução/Diana Polekhina/Unsplash)

Sobre a Convidecia

O imunizante contra a COVID-19 é aplicado em dose única e produzido a partir de um adenovírus humano não replicante. Essa tecnologia usa um vetor viral, editado geneticamente para conter partes do vírus da COVID-19, e promover a imunidade contra a doença. No combate à pandemia, a vacina Covishield (Oxford/AstraZeneca) adota a mesma técnica.

No momento, a Convidecia está aprovada na China. Além disso, o uso emergencial é autorizado no Chile, Hungria, México, Moldávia e Paquistão. Desde o mês de maio, a Anvisa avalia o pedido para a autorização da vacina no país.

Entenda a mudança de representantes da vacina

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Segundo a Anvisa, "o comunicado [recebido] cita a revogação da autorização concedida à Belcher e destaca que as empresas não têm permissão para requerer autorização de uso emergencial, registro, autorização de comercialização, bem como atividades de preparação e distribuição da vacina recombinante Ad5-nCov, composta de vetor adenovírus tipo 5, fabricada pela CanSino Biologics Inc.".

No dia 18 de junho, a Anvisa informou o Ministério da Saúde sobre o recebimento desse comunicado. Passados três dias, em 21 de junho, a agência reguladora realizou uma reunião com representantes da Belcher para informar sobre o e-mail recebido da CanSino. No encontro, a empresa solicitou um prazo para manifestação.

Neste fim de semana, a Anvisa recebeu nova mensagem eletrônica da CanSino, confirmando que a Belcher não mais representa a vacina no país. Agora, a agência juntou essas informações no processo de análise para o uso emergencial que ainda está em andamento. No momento, não há um prazo para a decisão sobre a licença.

Fonte: Canaltech

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