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Candidatos a diretor-geral da OMC expõem seus projetos

·2 minuto de leitura
Ex-diretor adjunto da OMC, o mexicano Jesús Seade participa de coletiva em 15 de julho para expor seu projeto à organização

Os três primeiros candidatos dos oito que aspiram a chefiar a Organização Mundial do Comércio (OMC) apresentaram nesta quarta-feira a seus 164 membros seu programa para tirar a instituição da paralisia e resolver a disputa com os Estados Unidos.

O mexicano Jesús Seade Kuri, ex-diretor-geral adjunto da OMC, foi o primeiro a defender sua estratégia de reavivar a instituição diante de enormes desafios em meio à crise econômica global causada pela pandemia de COVID-19.

"Há uma grave crise em curso. Uma completa falta de confiança entre as delegações", afirmou.

"Se eu pudesse decidir, diria: por favor, queridos membros, decidam antes do fim de semana! Precisamos trabalhar o tempo todo com vista à próxima reunião ministerial" a ser realizada em 2021, disse Seade, que pediu ao países que não pensem nas eleições americanas.

Washington ameaçou deixar a OMC para a qual exige reformas.

Desde dezembro, o tribunal de apelações do Órgão de Solução de Controvérsias (OSC) está paralisado.

Os Estados Unidos, que consideram a OMS "injusta", pedem sua reformulação e a retirada da China da lista de países em desenvolvimento.

O candidato egípcio Hamid Mamdouh pediu a Washington que resolva "tensões comerciais" com Pequim dentro da OMC.

"A OMC deve fazer parte da solução e não do problema", afirmou.

A nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala também pediu aos Estados Unidos que não deixem a OMC, enfatizando que "graças às regras multilaterais do comércio, tivemos prosperidade e conseguimos tirar milhões de pessoas da pobreza".

O continente africano nunca teve um diretor à frente da OMC, por isso se espera que um dos três candidatos seja escolhido.

Os outros candidatos, incluindo a ex-ministra do Esporte do Quênia, Amina Mohamed, e o ex-ministro britânico do Comércio Internacional Liam Fox, aparecerão nos próximos dois dias e, até 7 de setembro, poderão promover suas candidaturas.

A partir de 8 de setembro, os candidatos serão gradualmente eliminados em um processo que pode demorar cerca de dois meses para nomear o sucessor do brasileiro Roberto Azevêdo, que renunciou em maio para surpresa geral, um ano antes do final de seu mandato, alegando "razões familiares".

Três outros candidatos estão na lista: a ministra de Comércio da Coreia do Sul, Yoo Myung-hee, o ex-ministro da Economia da Arábia Saudita Mohammed Al Tuwaijri e o ex-chefe da diplomacia moldava Tudor Ulianovschi.

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