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Candidatos a vagas de emprego reclamam de ‘ghosting’ das empresas

Finanças Internacional
·3 minuto de leitura
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A busca por emprego tem sido quase que uma guerra para milhões de americanos, em meio a um índice de desemprego de 10,2%.

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Com mais de 58 milhões de americanos desempregados desde o começo da crise do coronavírus, em meados de março, a concorrência pelas poucas vagas que aparecem é muito acirrada.

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Pessoas de todas as idades à procura de emprego estão sendo forçadas a lidar com um fenômeno que costuma ser mais comum nos relacionamentos amorosos: o ghosting. Para quem não sabe do que se trata, é quando seu parceiro ou parceira desaparece, sem sequer se dar ao trabalho de ligar para você para avisar do término.

Quem procura emprego está sofrendo o mesmo tipo de rejeição, mas, dessa vez, a dor é no bolso, não no coração.

Segundo uma enquete recente no LinkedIn, 93% dos candidatos a vagas afirmam já terem sido "ignorados" por um empregador depois de uma entrevista presencial ou de responder a um pedido de mais informações (a enquete envolveu 2.564 participantes no LinkedIn de 14 a 17 de agosto).

O editor do LinkedIn News, Andrew Seaman, disse ter ficado surpreso ao ver que o ghosting é “tão comum”. Os resultados da enquete que ele postou chamaram a atenção, atraindo cerca de mil comentários de pessoas à procura de emprego, recrutadores e trabalhadores.

"Veja o ‘ghosting’ como um presente e siga em frente!"

Alguns trabalhadores empregados expressaram solidariedade por desempregados que sofreram ghosting.

Não é de surpreender que recrutadores tenham se manifestado também, a maioria para defender seus colegas. No entanto, nem todos os recrutadores estavam dispostos a justificar essa postura.

Seaman incentiva as pessoas que procuram emprego e que foram ignoradas a insistir com recrutadores e gerentes de RH até três vezes, mas continuar procurando.

“Mesmo que as pessoas se sintam irritadas e tristes porque merecem uma resposta, o melhor é manter uma porta aberta para que, um ou dois meses depois, aquele recrutador, aquele gerente de RH possa dizer: 'Oi, desculpe pela demora, mas acho que podemos dar seguimento ao seu processo de seleção. Você tem interesse?'", recomenda Seaman. “Não devemos fechar portas sem saber se vamos precisar passar por elas.”

Seaman afirmou que, a menos que uma pessoa receba uma negativa clara de uma empresa, a porta teoricamente continua aberta.

“Obviamente, é difícil lidar com isso quando se está em busca de emprego. São muitas emoções envolvidas, mas mandar um e-mail dizendo 'eu mereço uma resposta, eu exijo uma resposta…' não cai bem”, disse ele.

De modo geral, o número de novos empregos tem melhorado mês a mês, aumentando mais de 50% de junho a julho, de acordo com dados do LinkedIn. A plataforma social profissional aponta alguns dos cargos mais procurados em agosto foram consultor financeiro, engenheiro de software e vendedor.

Sibile Marcellus

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