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Canadenses poderão usar nomes indígenas em documentos oficiais

·1 minuto de leitura
(Arquivo) Pessoas reagem quando um comboio de caminhoneiros e outros veículos passam em frente à antiga Escola Residencial Indígena Kamloops em apoio ao povo Tk'emlups te Secwepemc depois que os restos mortais de 215 crianças foram encontrados enterrados perto do instituto, em Kamloops, Canadá, em 5 de junho de 2021

Os canadenses indígenas poderão usar seus nomes tradicionais em documentos oficiais, como passaportes, anunciou o governo nesta segunda-feira (14) após o escândalo dos internatos.

A recente descoberta de 215 sepulturas não identificadas de estudantes indígenas em um antigo colégio interno na província de British Columbia colocou em evidência as políticas racistas do Canadá no passado.

“As crianças indígenas que foram roubadas de suas famílias para forçá-las a entrar no sistema de escolas residenciais tiveram até mesmo seus próprios nomes roubados”, declarou o ministro da Imigração, Marco Menticino, em coletiva de imprensa.

“Os nomes tradicionais estão profundamente ligados às línguas e culturas indígenas e à identidade e dignidade de um indivíduo”, acrescentou.

“Esta mudança significa que os povos indígenas podem reivindicar com orgulho seus nomes, desmantelando o legado do colonialismo e refletindo sua verdadeira identidade.”

Cerca de 150 mil crianças indígenas, inuítes e métis foram matriculadas em internatos, onde os alunos sofriam abusos físicos e sexuais por parte de diretores e professores, que lhes privavam de sua cultura e idioma.

Pelo menos 4.100 estudantes morreram por doenças, desnutrição ou negligência, de acordo com uma comissão de verdade e reconciliação que em 2015 classificou o caso como "genocídio cultural".

A medida adotada nesta segunda-feira para permitir os nomes indígenas atende a uma das 94 recomendações formuladas pela comissão.

et/jl/dax/bgs/ft/mps/ic

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