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Canadá proíbe importação de bens derivados de trabalho forçado de uigures na China

·1 minuto de leitura
O Canadá anunciou a proibição das importações de produtos suspeitos de serem fabricados com trabalho forçado de minorias étnicas

O Canadá anunciou nesta terça-feira (12) a proibição das importações de produtos suspeitos de serem fabricados com trabalho forçado de minorias étnicas na conturbada região de Xinjiang, na China, após uma ação semelhante da Grã-Bretanha.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores canadense disse estar "profundamente preocupado com as evidências e relatos de violações dos direitos humanos" contra os muçulmanos uigures em Xinjiang e outras minorias étnicas na região autônoma do noroeste chinês.

O governo canadense criticou o que chamou de "vigilância repressiva, detenção arbitrária em massa, tortura e maus-tratos, trabalho forçado e transferências em massa forçadas de trabalhadores de Xinjiang para outras províncias da China".

A proibição de importação e outras medidas, disse o governo canadense, estão sendo implementadas em coordenação com Londres e outros parceiros internacionais na defesa dos direitos dos uigures e para evitar que produtos feitos "total ou parcialmente" por meio de trabalho forçado "entrem nas cadeias de suprimentos canadenses e globais".

O Canadá garantiu que as medidas, que também incluem o controle das exportações, visam impedir que as empresas canadenses se tornem "cúmplices involuntárias" de violações de direitos humanos.

Os uigures são o principal grupo étnico em Xinjiang, uma enorme região da China que faz fronteira com o Afeganistão e o Paquistão.

De acordo com especialistas e grupos de direitos humanos, pelo menos um milhão de uigures foram detidos nos últimos anos em campos de reeducação política usados para trabalhos forçados, mas Pequim argumenta que os locais são centros de treinamento para evitar a influência do extremismo islâmico.

jl/amc/sst/llu/am