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Campos Neto reforça que gastos adicionais para lidar com crise seriam contraproducentes

Isabel Versiani
·1 minuto de leitura
IPCA de março corrobora nova alta de 0,75 p.p na Selic em maio, diz Campos Neto

Por Isabel Versiani

(Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou nesta segunda-feira a importância de o Brasil transmitir uma mensagem de austeridade fiscal neste momento de enfrentamento da pandemia, ressaltando que gastos adicionais acabam sendo contraproducentes.

"O que nós vemos hoje é que, quando se tenta um gasto adicional, a desorganização de preços que se causa no mercado tem um impacto maior no crescimento do que o dinheiro que se coloca na economia, então ele não é producente", disse Campos Neto durante reunião de banqueiros centrais ibero-americanos.

O presidente do BC ressaltou que o Brasil tem uma tradição de "sempre exaurir graus de liberdade" na área fiscal e que, nos últimos 45 anos, só teve dois anos de equilíbrio de gastos.

"Nos outros anos nós basicamente usamos diferentes graus de liberdade. Primeiro com inflação alta, que corroía a dívida, depois com impostos mais altos e depois com emissão de dívida", disse Campos Neto.

"No final das contas nós chegamos em um momento hoje, enfrentando a pandemia, em que é preciso passar uma mensagem de austeridade fiscal, de seriedade fiscal."

Nesse contexto, é difícil imaginar que o Brasil e outros emergentes tenham a mesma capacidade de formular políticas de reação à crise do que países desenvolvidos. "Nós gostaríamos, mas o espaço é muito limitado", disse Campos Neto.