Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.979,96
    +42,09 (+0,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.789,31
    +417,33 (+0,85%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,08
    -0,41 (-0,63%)
     
  • OURO

    1.869,70
    +1,70 (+0,09%)
     
  • BTC-USD

    43.340,98
    -992,34 (-2,24%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.216,58
    -36,56 (-2,92%)
     
  • S&P500

    4.127,83
    -35,46 (-0,85%)
     
  • DOW JONES

    34.060,66
    -267,13 (-0,78%)
     
  • FTSE

    7.034,24
    +1,39 (+0,02%)
     
  • HANG SENG

    28.593,81
    +399,72 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    28.406,84
    0,00 (0,00%)
     
  • NASDAQ

    13.168,25
    -43,75 (-0,33%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4310
    +0,0009 (+0,01%)
     

Campos Neto é nomeado para primeiro mandato fixo como presidente do Banco Central

LARISSA GARCIA
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  01-10-2020 - O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 01-10-2020 - O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após quase dois meses da aprovação da lei que confere autonomia ao Banco Central, o atual presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, é nomeado para o primeiro mandato fixo desde a criação da autoridade monetária.

O decreto, publicado nesta terça-feira (20) e assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mantém a atual diretoria do BC.

De acordo com o documento, Campos Neto ficará na presidência até 31 de dezembro de 2024 e poderá ter o mandato renovado apenas uma vez.

A diretora de administração, Carolina de Assis Barros, e Otávio Ribeiro Damaso, de regulação, também ficarão até o fim de 2024.

Fábio Kanczuk, diretor de política econômica, e João Manoel Pinho de Mello, de organização do sistema financeiro, cumprirão mandato até 31 de dezembro de 2021. Bruno Serra Fernandes, de política monetária e Paulo Sérgio Neves de Souza, de fiscalização, até 28 de fevereiro de 2023 e Maurício Costa de Moura, de relacionamento, cidadania e supervisão de conduta, até 31 de dezembro de 2023.

A diretora de assuntos internacionais, Fernanda Nechio já tinha pedido demissão em 18 de março por motivos pessoais e, segundo nota do BC, mas só será exonerada após a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), em maio.

A economista Fernanda Magalhães Rumenos Guardado​ foi indicada para substituí-la no cargo e aguarda sabatina no Senado Federal. Caso seja aprovada, ela poderá cumprir mandato até 31 de dezembro de 2023.

A gestão de Campos Neto começou em fevereiro de 2019. De acordo com a nova regra, os mandatos da instituição têm duração de quatro anos, com possibilidade de uma recondução. O presidente do BC toma posse no terceiro ano do mandato do presidente da República, e os diretores ingressam de forma escalonada.

O argumento é que o mandato fixo tem como objetivo blindar o BC de interferência políticas. A diretoria colegiada da autarquia é formada por nove integrantes, incluindo o presidente do órgão.

A lei inclui ainda entre as obrigações secundárias da autoridade monetária fomentar o emprego e suavizar oscilações na atividade econômica. O controle da inflação, no entanto, permanece como objetivo principal.