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Campanhas eleitorais provocam aumento de casos de coronavírus em pelo menos cinco estados

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Movement in the Nossa Senhora Aparecida Cemetery, this Wednesday morning, October 28, 2020 in Manaus, Brazil. The Delphina Aziz Hospital, treatments patients infected with the coronavirus in Amazonas, has 98% of the ICU beds occupied. (Photo: Sandro Pereira/Fotoarena/Sipa USA)(Sipa via AP Images)
Movement in the Nossa Senhora Aparecida Cemetery, this Wednesday morning, October 28, 2020 in Manaus, Brazil. The Delphina Aziz Hospital, treatments patients infected with the coronavirus in Amazonas, has 98% of the ICU beds occupied. (Photo: Sandro Pereira/Fotoarena/Sipa USA)(Sipa via AP Images)

As eleições municipais têm provocado aglomerações e, consequentemente, casos de Covid-19. Ao menos cinco estados relacionam as campanhas dos candidatos a vereador e prefeito ao aumento dos registros de coronavírus.

No Amapá, o número de internações na rede privada quadruplicou, ao passo que nas UBSs houve aumento de 300%. O secretário Juan Mendes determinou a proibição de eventos de campanha que causem aglomeração. Na Bahia, o boletim epidemiológico da última quarta (28) apontou a maior alta desde 14 de outubro, com 1.990 casos.

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“Os eventos reúnem centenas de pessoas aglomeradas, sem que haja a devida atenção às regras sanitárias recomendadas”, disse Fábio Vilas-Boas, chefe da Saúde na Bahia. No Espírito Santo, o secretário Nesio Fernandes encaminhou um ofício ao TRE solicitando a suspensão de atividades coletivas de campanha.

O pleito municipal também gerou mais casos de Covid-19 no Rio Grande do Norte. “Desde o final de agosto, temos mantido um patamar no número de casos com pequenas oscilações; porém, as aglomerações associadas às campanhas eleitorais em algumas regiões têm produzido aumento dos casos e das taxas de internação”, disse o secretário Cipriano Maia.

Na Paraíba, o secretário Geraldo Medeiros as convenções partidárias e a retomada das aulas presenciais contra as recomendações do governo estadual levaram a um aumento de casos nas duas maiores cidades do estado, Campina Grande e a capital, João Pessoa.

Em Pernambuco, o TRE proibiu atos com aglomeração após aumento no número de casos de coronavírus. O ministro Tarcisio Vieira, do TSE, disse que vídeos divulgados pela imprensa e nas redes sociais mostraram “negligência com os parâmetros de segurança consensuais da comunidade científica”.

O presidente do conselho nacional de secretários e titular da pasta no Maranhão, Carlos Lula, não identificou aumento específico no número de casos, porém reconheceu: “A aglomeração das campanhas é um motivador do espalhamento do vírus”.

Em São Paulo e no Ceará, os secretários apontam crescimento no número de casos na rede particular, mas não vinculam às aglomerações de campanhas.

“Observamos que todas as pessoas que tínhamos pedido para ficar em casa e que de fato ficaram são as que estão saindo agora para a rua e se sentindo muito confortáveis. Não estão respeitando todos os ritos e regras sanitários”, disse Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde de São Paulo.

As informações são do jornal Folha de S.Paulo.