Mercado fechado
  • BOVESPA

    115.202,23
    +2.512,23 (+2,23%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.342,54
    +338,34 (+0,74%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,09
    +2,26 (+3,54%)
     
  • OURO

    1.698,50
    -2,20 (-0,13%)
     
  • BTC-USD

    50.691,95
    +2.542,41 (+5,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    982,93
    +39,75 (+4,21%)
     
  • S&P500

    3.841,94
    +73,47 (+1,95%)
     
  • DOW JONES

    31.496,30
    +572,20 (+1,85%)
     
  • FTSE

    6.630,52
    -20,36 (-0,31%)
     
  • HANG SENG

    29.098,29
    -138,50 (-0,47%)
     
  • NIKKEI

    28.864,32
    -65,78 (-0,23%)
     
  • NASDAQ

    12.663,75
    +208,75 (+1,68%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7780
    -0,0079 (-0,12%)
     

Campanha publicitária do governo para mobilizar vacinação começará na quarta-feira

Gustavo Maia e Paula Ferreira
·2 minuto de leitura
Foto: Zimel / Agência O Globo

A campanha de vacinação contra Covid-19 feita pelo governo federal começará a ser veiculada nesta quarta-feira, dia em que anteriormente estava previsto o início da vacinação em todo o país. A reportagem apurou que a peça publicitária será protagonizada por "pessoas comuns", trabalhadores brasileiros.

A escolha da campanha, que será tocada pela empresa Nova sb, é uma derrota para o marqueteiro do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Internamente, Markinhos Marques defendia a contratação da agência Fields. A proposta seria convocar o cantor e ator Fábio Júnior para estrelar a campanha.

A peça publicitária chega com atraso de três dias em relação à data na qual foi vacinada a primeira pessoa no Brasil, a enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo. Diferentemente do que prega o presidente Jair Bolsonaro sobre as vacinas, a campanha não terá menções a possíveis efeitos colaterais dos imunizantes aprovados pela Anvisa.

Um informe técnico produzido pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações na segunda-feira inclui como último tópico "diretrizes sobre a Comunicação da vacinação". Segundo o documento, a campanha é "essencial" para se alcançar os objetivos da imunização.

O texto afirma que "a elaboração da campanha publicitária seguirá um planejamento de acordo com a evolução de cada etapa da vacinação". O documento orienta a nacessidade de começar a campanha com "mensagens de antecipação e preparação", o que ainda não ocorreu. Em seguida, o guia orienta que a campanha informe com clareza a população sobre como, quando, onde e para quem será a primeira etapa de vacinação e as demais.

"A importância e necessidade de uma boa estratégia de comunicação para mobilização dos grupos prioritários na busca da adesão à vacinação [odendo fazer uso da mídia local (convencional e alternativa) com informações pertinentes ao cronograma vacinal, por exemplo", destaca o documento.

O texto técnico cita ainda que o governo deve disponibilizar estratégias para facilitar o agendamento de vacinação da população priorizada como números telefônicos, página na internet e divulgação nas redes sociais.

Apesar das orientações, a campanha ainda não foi divulgada oficialmente pelo governo federal. Em coletiva de imprensa na quarta-feira, dia 13, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou que a campanha já estava sendo elaborada e ficaria pronta "em breve". Questionado sobre as declarações do presidente Bolsonaro atacando a credibilidade dos imunizantes, Franco disse que o papel da mídia será fundamental para divulgar a vacinação.