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Caminhoneiros recuam após 29 liminares contra greve da categoria

·3 min de leitura
Truck drivers block the Regis Bittencourt road, 30 km from Sao Paulo, on May 26, 2018 during a strike to protest rising fuel costs in Brazil that has left much of the country paralyzed. - Brazil's government raised the stakes in its tense standoff with striking truckers Friday, ordering troops onto the streets to clear the huge blockades. The country's economic capital of Sao Paulo declared a state of emergency, the auto industry shut down, gas stations ran out of fuel and dozens of flights were canceled on the fifth day of the protest Friday. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP)        (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
Truck drivers block the Regis Bittencourt road, 30 km from Sao Paulo, on May 26, 2018 during a strike to protest rising fuel costs in Brazil that has left much of the country paralyzed. - Brazil's government raised the stakes in its tense standoff with striking truckers Friday, ordering troops onto the streets to clear the huge blockades. The country's economic capital of Sao Paulo declared a state of emergency, the auto industry shut down, gas stations ran out of fuel and dozens of flights were canceled on the fifth day of the protest Friday. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP) (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
  • Governo conseguiu 29 liminares contra bloqueio das estradas por caminhoneiros;

  • Líderes recuam de início de greve nesta segunda-feira;

  • Ideia de caminhoneiros é derrubar decisões na Justiça para depois parar; 

Após o Governo Federal nas últimas semanas ter conseguido ao todo 29 liminares contra o bloqueio de estradas por parte dos caminhoneiros, fez com que a categoria recuassem, até então, da greve que estava com seu início marcado para esta segunda-feira (1), segundo a revista VEJA. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como “Chorão”, em entrevista a revista, a tentativa é para tentar derrubar as decisões e, aí sim, conseguir paralisar os serviços. 

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O líder da greve de 2018 afirmou a VEJA que enquanto o departamento jurídico de sua associação e de outras entidades ligadas aos caminhoneiros tenta reverter as decisões, a ideia é de que, embora não possam paralisar estradas, os caminhoneiros não circulem, embora seja possível uma nova organização para uma paralisação em outra data.

“Nós temos o direito de nos manifestar. Esse governo se diz democrático, mas por que não usou esse mecanismo (liminares) depois do 7 de setembro em uma manifestação que falava em derrubar o STF (Supremo Tribunal Federal)? Nosso departamento jurídico está tentando derrubar essas liminares, então tivemos que dar uma recuada. Nossos transportadores estão em risco”, disse o caminhoneiro a VEJA, em referência às multas sobre o bloqueio de estradas, que em São Paulo teriam multa de R$ 10 mil para pessoas físicas e R$ 100 mil para pessoas jurídicas

Ao todo, o Governo, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), ajuizou 36 ações judiciais para garantir a livre circulação de pessoas e cargas nas estradas federais nos estados, e conseguiu decisões favoráveis para evitar o bloqueio de rodovias em 19 unidades da federação, segundo informações da VEJA. Com as decisões, é baixa a expectativa de adesão ao movimento.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, em declarações ao Portal 6 Minutos, não havia nenhum bloqueio de rodovia, parcial ou total, por volta das 7h. De acordo com a pasta, as tentativas de bloqueio estão sendo dispersadas pela Polícia Rodoviária Federal. Uma dessas aglomerações aconteceu no Porto de Capuaba (ES), além de pontos de concentração de caminhoneiros na Via Dutra, na região de Rio Bonito (RJ) e na BR-116, na altura de Itaitinga (CE), segundo informações do Portal 6 Minutos e da VEJA.  

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