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Caminhoneiros prometem greve após dança das cadeiras na Petrobras

Líder dos caminheiros critica a política de preços adotada pela estatal. REUTERS/Paulo Whitaker
Líder dos caminheiros critica a política de preços adotada pela estatal. REUTERS/Paulo Whitaker
  • Caminhoneiros criticam a política de preços adotada pela estatal;

  • "Se não vier a redução, pode ter certeza que esse país vai parar novamente", afirmou Wallace Landin;

  • José Mauro Ferreira Coelho ficou apenas 40 dias no cargo e não resistiu a pressão para diminuir o preço dos combustíveis.

Após a demissão de José Mauro Ferreira Coelho do cargo de presidente da Petrobras, a categoria dos caminhoneiros já considera nova paralisação. Após 4 anos desde a greve que parou o país, motoristas de caminhão criticam a política de preços adotada pela estatal.

"Queremos saber se vai cair o preço dos combustíveis. Presidente, precisamos que o senhor chame a responsabilidade, chame o conselho da Petrobras e faça alguma coisa que realmente traga benefícios para a categoria e automaticamente beneficiar a sociedade. E se não vier a redução, pode ter certeza que esse país vai parar novamente", afirmou Wallace Landin, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores - ABRAVA.

Terceiro presidente da Petrobras demitido no governo Jair Bolsonaro, José Mauro Ferreira Coelho ficou apenas 40 dias no cargo e não resistiu a pressão para diminuir o preço dos combustíveis. Esse é mais um presidente da estatal que é trocado após o aumento no diesel e gasolina.

Os dois anteriores, também demitidos, são Roberto Castello Branco e Joaquim Silva e Luna. Eles caíram pelo mesmo motivo: o descontentamento do governo com a política de preços da Petrobras, que está submetida ao critério de paridade internacional.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou uma Medida Provisória que permite a revisão da tabela de frete: o gatilho foi reduzido de 10% para 5% no preço do óleo diesel. A decisão ocorre em mais um ato de desespero do Chefe do Executivo, mas para uma das lideranças dos caminheiros - que mais são afetados pela tabela - a medida é inofensiva. "Vai continuar tudo igual", afirmou a Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores em nota para a imprensa.

Em resumo, caso o preço do diesel varie em 5%, haverá revisão na tabela. Anteriormente, essa revisão acontecia apenas quando a variação chegava a 10%.

A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), modifica a lei que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas em 2018.

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