Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.439,37
    -2.354,63 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.307,71
    -884,59 (-1,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,96
    -0,65 (-0,90%)
     
  • OURO

    1.753,90
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    47.481,21
    -773,37 (-1,60%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.193,48
    -32,05 (-2,61%)
     
  • S&P500

    4.432,99
    -40,76 (-0,91%)
     
  • DOW JONES

    34.584,88
    -166,42 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.963,64
    -63,84 (-0,91%)
     
  • HANG SENG

    24.920,76
    +252,96 (+1,03%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,75 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.282,75
    -226,75 (-1,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1994
    +0,0146 (+0,24%)
     

Caminhoneiros desmobilizam protesto e rodovias federais têm fluxo livre

·2 minuto de leitura

Por Eduardo Simões

(Reuters) – Os caminhoneiros desmobilizaram os protestos iniciados na quarta-feira e, de acordo com informações do Ministério da Infraestrutura no início da tarde desta sexta, o fluxo nas rodovias federais está completamente livre, apenas com pontos de concentração e abordagem de motoristas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia.

“Toda a malha rodoviária federal está aberta para o livre fluxo de veículos de carga. Os últimos pontos de concentração com abordagem a caminhoneiros estão nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia”, informou o ministério, citando informações da Polícia Rodoviária Federal, em boletim divulgado às 12h30 desta sexta.

“Ao todo, o número de ocorrências já é 70% menor do que o registrado no mesmo período do dia anterior. Tendência é seguir em queda ao longo do dia.”

Em determinado momento da quinta-feira, os protestos dos caminhoneiros aconteciam em mais de 15 Estados e houve interdições de pistas em alguns Estados.

Ao contrário do que ocorreu na prolongada greve dos caminhoneiros em 2018, o movimento realizado agora não teve impacto significativo no abastecimento e no fluxo de cargas pelo país.

A mobilização dos caminhoneiros começou na terça, quando alguns deles participaram dos protestos convocados pelo presidente Jair Bolsonaro no feriado do Dia da Independência, quando o presidente fez novos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaçou com uma ruptura.

Na noite de quarta, no entanto, Bolsonaro enviou um áudio a lideranças dos caminhoneiros pedindo o fim dos bloqueios, alegando que eles poderiam agravar a alta da inflação, um fator-chave na queda recente de popularidade do presidente apontada nas pesquisas.

Na quinta, Bolsonaro recebeu caminhoneiros que estavam em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, e disse ter sido informado que o movimento da categoria iria até domingo. O presidente também baixou o tom contra o Supremo em uma nota oficial.

Além do apoio à pauta contrária ao STF impulsionada por Bolsonaro, caminhoneiros que participaram da mais recente mobilização da categoria mantiveram queixas recentes como contra a alta do preço dos combustíveis e o valor do frete.

This article was originally posted on FX Empire

More From FXEMPIRE:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos