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Caminhadas rápidas podem evitar mortes prematuras causadas por insônia

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Caminhadas rápidas podem evitar mortes prematuras causadas por insônia
Caminhadas rápidas podem evitar mortes prematuras causadas por insônia

Fazer caminhadas rápidas, por duas horas e meia por semana ou mais, pode prevenir a ocorrência de mortes prematuras em decorrência de falta de sono. A informação tem como base um novo estudo, que contou com mais de 380 mil voluntários e durou mais de 11 anos.

De acordo com a pesquisa, a realização de exercícios de acordo com as diretrizes traçadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ajudou a prevenir derrames, doenças cardíacas e câncer, males que podem ter a insônia como um agente catalisador.

Os dados apontam que duas horas e meia semanais de caminhada ou uma hora e 15 minutos de corrida dentro desse mesmo intervalo de tempo, foram eficientes em eliminar a maior parte das associações diretas entre a falta de sono e o risco de morte prematura.

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Os pesquisadores ainda indicaram que as pessoas que faziam poucos exercícios e tinham insônia, apresentaram 57% mais chances de morrer prematuramente em comparação com as pessoas que encaixavam os exercícios físicos de baixo ou médio impacto em suas rotinas. De acordo com a equipe, a melhor qualidade do sono também era consequência dos exercícios.

Sedentarismo e risco de morte

Homem sentado com controle remoto na mão
Sedentarismo pode ser um dos agentes causadores da diminuição da qualidade do sono. Crédito: DCPD/iStock

Pessoas mais sedentárias também apresentaram um risco 67% maior de desenvolver doenças cardiovasculares e até 45% mais chances de serem diagnosticadas com câncer no longo prazo. Das mais de 300 mil pessoas usadas no estudo, em torno de 15,5 mil acabaram morrendo antes do final do levantamento.

Desses, pouco mais de quatro mil tiveram como causa da morte doenças cardiovasculares, e algo em torno de nove mil pessoas tiveram algum tipo de câncer. Pouco menos de duas mil pessoas foram vítimas de doença coronariana, 359 morreram de hemorragia cerebral e outros 450 sofreram derrames relacionados a um coágulo sanguíneo.

Com informações da Sky News

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