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Caixa Seguridade pede à CVM interrupção do processo de IPO

Álvaro Campos e Talita Moreira
·1 minuto de leitura

Segundo fonte próxima à operação, o aumento da volatilidade no mercado local, a piora nos casos de covid-19 na Europa e a aproximação das eleições americanas levaram ao adiamento Marcelo Camargo/Agência Brasil A Caixa Seguridade informou nesta quinta-feira que, “em razão da atual conjuntura do mercado”, sua controladora, a Caixa Econômica Federal, decidiu enviar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de interrupção da análise da documentação sobre sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A Caixa Seguridade não dá mais detalhes, afirmando apenas que “comunicará oportunamente ao mercado qualquer evolução dos assuntos relacionados à potencial oferta”. Segundo fonte próxima à operação, o aumento da volatilidade no mercado local, a piora nos casos de covid-19 na Europa e a aproximação das eleições americanas levaram ao adiamento. A companhia se preparava para ir a mercado no fim de março quando a pandemia atrapalhou os planos. Esta é a segunda vez em que a operação é suspensa. Nas últimas semanas, a Caixa já planejava uma redução no tamanho da oferta — que originalmente era estimada num patamar entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões com a venda de um terço da companhia. Mesmo com essa mudança, a avaliação do banco é a de que seria arriscado sair agora, já que as ofertas dos últimos dias foram canceladas (caso da BR Partners ontem) ou saíram abaixo do preço mínimo. De acordo com esse interlocutor, a operação é boa, a Caixa Seguridade terá resultados fortes para mostrar no terceiro trimestre e as conversas com investidores no processo de “pilot fishing” vinham se mostrando promissoras. Por isso, não se justificaria fazer uma oferta “a qualquer preço”.