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Caixa anuncia novas taxas para impulsionar crdito com garantia de imvel

BERNARDO CARAM
·2 minuto de leitura
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 27.03.2020 - Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 27.03.2020 - Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Caixa Econômica Federal anunciou um reforço nas linhas de crédito para pessoas físicas com uso de imóvel em garantia para as operações. Segundo o banco, as taxas de juros serão mais baixas do que em outras modalidades de empréstimo.

A partir de segunda-feira (3), serão disponibilizadas linhas nessa modalidade, sem destinação específica para os recursos emprestados. O cliente ainda poderá optar por taxas fixas, vinculadas à inflação ou à TR (Taxa Referencial).

No chamado home equity, o cliente oferece imóvel próprio como garantia do empréstimo. Como a operação fica vinculada a um bem que dá segurança elevada ao banco, as taxas são reduzidas.

Segundo a Caixa, esse tipo de operação soma R$ 11 bilhões no Brasil atualmente, com R$ 3,5 bilhões sob a guarda do banco público.

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o objetivo é ampliar essa fatia e alcançar R$ 40 bilhões em contratos nos próximos anos.

Neste mês, o governo editou uma MP (medida provisória) para permitir que imóveis ainda em financiamento sejam dados como garantia para obter mais empréstimos, desde que na mesma instituição financeira da operação original.

Segundo Guimarães, essa flexibilização ainda não fará parte da linha anunciada pela Caixa. As operações dentro desse programa deverão ser feitas com imóveis livres de ônus, que não estejam colocados como garantia em outras operações.

De acordo com o presidente da Caixa, a linha deve ser ampliada em breve para se enquadrar às novas regras autorizadas pelo governo.

Também a partir de segunda-feira, o banco informou que vai reduzir taxas de juros para empréstimos usados em construções de imóveis e compra de lotes urbanos.

No caso da construção, a taxa atual, que fica entre 7,25% e 8,5% ao ano mais TR, cairá para 6,5% a 8,5% ao ano mais TR.

Para a compra de lotes urbanos, Guimarães informou que as taxas chegarão a 8,5% ao ano mais TR, 0,75 pontos percentuais abaixo do patamar atual.