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Caixa anuncia juros mais baixos para financiamento imobiliário a partir de outubro

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira, redução de juros do financiamento habitacional na linha atrelada à poupança. A taxa, que está em 3,95% ao ano mais o rendimento da Caderneta, vai cair 0,4 ponto percentual, para 2,95% ao ano. A medida entra em vigor em 18 de outubro.

O corte no crédito imobiliário já tinha sido antecipado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães nesta semana. Mas ficou restrito a uma única modalidade.

O banco manteve inalterados os juros cobrados na linha tradicional, indexada à TR (Taxa Referencial) e nas modalidades corrigidas pela inflação e com juros fixos, diante da alta na básica de juros (Selic) e no índice de preços.

A redução da taxa na modalidade atrelada à poupança representa apenas um ajuste e está em linha com outros bancos privados.

Líder do mercado, a Caixa oferece financiamento habitacional com prazo de até 35 anos, além de carência de seis meses para o pagamento da primeira parcela. O banco também financia 100% do valor do imóvel retomado em caso de inadimplência do mutuário.

Em meio a críticas e investigação do Ministério Público sobre suposto uso de poder para exercer pressão a executivos e empresários no imbroglio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Guimarães aproveitou o anúncio da medida para fazer um balanço do crédito imobiliário na sua gestão.

A carteira habitacional atingiu R$ 534,6 bilhões, cerca de 5,8 milhões de contratos - o que representa um crescimento de 20,4% em comparação com 2018. Em agosto, o volume contratado com novas operações alcançou R$ 14 bilhões, sendo R$ 9 bilhões com recursos da poupança. Nos últimos três anos, foram iniciados mais de 6 mil novos canteiros de obra, movimentando o setor da construção civil e gerando mais de 2,1 milhões de empregos diretos e indiretos, segundo a Caixa.

A confusão com a Febraban tem a ver com a ameaça da Caixa e do Banco do Brasil de se desfiliarem da entidade, caso ela assinasse uma carta da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em defesa da harmonia entre os Poderes por entender que o teor era contra o governo.

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