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Café não aumenta risco de arritmia cardíaca, aponta estudo

·1 minuto de leitura

Segundo um estudo da University of California, San Francisco (UCSF), não há evidências de que o consumo moderado de café possa causar arritmia cardíaca. Pelo contrário: o consumo foi associado a um risco 3% menor de arritmia, contrações ventriculares prematuras ou outras doenças cardíacas comuns.

No novo estudo, os cientistas tentaram entender se a ingestão habitual de café estava associada a um risco de arritmia e se as variantes genéticas que afetam o metabolismo da cafeína poderiam modificar essa associação. Ao todo, a pesquisa contou com 386.258 participantes.

Os pesquisadores utilizaram dados genéticos e notaram que as pessoas com as variantes genéticas associadas ao metabolismo mais rápido beberam mais café. A análise forneceu um método para testar a relação entre cafeína e arritmia cardíaca de uma forma que não dependia dos relatos dos participantes.

(Imagem: Jessica Lewis/Unsplash)
(Imagem: Jessica Lewis/Unsplash)

Aproximadamente 4% dos participantes desenvolveu arritmia. Nenhuma evidência de um risco elevado de arritmias foi observada. Mas vale notar que não estavam disponíveis informações detalhadas sobre o tipo de café envolvido no estudo.

"Apenas um ensaio clínico randomizado pode demonstrar definitivamente os efeitos claros do consumo de café ou cafeína, mas nosso estudo não encontrou nenhuma evidência de que o consumo de bebidas com cafeína aumente o risco de arritmia. As propriedades antioxidantes e antiinflamatórias do café podem desempenhar um papel, e algumas propriedades da cafeína podem proteger contra algumas arritmias", concluem os autores.

Fonte: Canaltech

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