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O brasileiro só pensa em trabalhar para ter uma estante igual à de Caetano Veloso

Giselle de Almeida
·2 minuto de leitura
Caetano Veloso, com os filhos, em sua primeira live na quarentena. Foto: reprodução/Globoplay
Caetano Veloso, com os filhos, em sua primeira live na quarentena. Foto: reprodução/Globoplay

O público pediu, Paula Lavigne insistiu e Caetano atendeu. Acompanhado dos três filhos, Moreno, Zeca e Tom, o baiano largou o pijama e a paçoca e fez, finalmente, sua aguardada live, revisitando sucessos da carreira, no dia em que completou 78 anos de vida, na última sexta-feira (7).

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Mas, a julgar pelos comentários nas redes sociais, um detalhe do cenário da apresentação chamou tanto a atenção do público quanto o repertório tarimbado do cantor e compositor: sua estante, que virou automaticamente sonho de consumo do brasileiro em plena quarentena.

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Na preferência popular, inclusive, o móvel, decorado com referências musicais, fotos de família e objetos religiosos, já está premiado e é digno das mais altas honrarias, como uma comunidade no finado Orkut.

Serviços de streaming de música, aliás, são para os pobres mortais que não têm a estante de Caetano.

Sambando com o “sapato horrível” que ganhou de Preta Gil, Caetano encerrou a live que renovou a esperança do brasileiro.