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Cúpula do FMI se reúne com escritório que publicou informe sobre Georgieva

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Foto de arquivo da diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em coletiva de imprensa em Washington, Estados Unidos, em 4 de março de 2020 (AFP/NICHOLAS KAMM)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta segunda-feira (4) que sua diretoria executiva se reuniu com representantes do escritório de advogados que indicou que Kristalina Georgieva, atual diretora-gerente da instituição, manipulou dados em favor da China enquanto ocupava um alto cargo no Banco Mundial.

O porta-voz do FMI, Gerry Rice, disse em um breve comunicado que a cúpula da organização tinha se reunido com representantes do escritório jurídico WilmerHale.

O encontro foi realizado "como parte de sua revisão em curso do assunto levantado pela investigação de WilmerHale sobre o relatório 'Doing Business 2018' do Banco Mundial", explicou Rice.

O porta-voz acrescentou que os diretores também se reunirão "logo" para analisar o tema com a própria Georgieva.

"A diretoria executiva segue comprometida com uma revisão exaustiva, objetiva e oportuna" do tema, concluiu Rice.

O órgão executivo do FMI, que é formado por 24 diretores que representam os 184 membros atuais do Fundo, é presidido pela diretora-gerente.

Uma investigação do escritório WilmerHale publicada em setembro descobriu que, enquanto era diretora-executiva do Banco Mundial, Georgieva esteve entre os funcionários de primeiro escalão que pressionaram o pessoal da organização para modificar informações em benefício da China, na edição de 2018 do relatório "Doing Business", a principal publicação do banco.

Depois que a investigação veio à tona, o Banco Mundial eliminou as classificações do relatório, que elaborava um ranking dos países em função de suas regulações comerciais e reformas econômicas.

Georgieva, que assumiu o cargo de diretora-gerente do FMI em 2019, classificou as conclusões do relatório de WilmerHale de "equivocadas" e afirmou que não havia pressionado "ninguém".

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