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Cúpula da CPI acredita que empresa intermediária da Covaxin seja de fachada

·2 minuto de leitura

RIO — A cúpula da CPI da Covid acredita que a Madison Biotech, empresa usada para tentar receber antecipadamente US$ 45 milhões da compra da vacina indiana Covaxin, seja uma empresa de fachada, segundo o blog do Valdo Cruz, no “G1”. Ela é sediada em um endereço em Cingapura no qual investigações internacionais já apontaram que cerca de 600 empresas estão registradas.

— As informações que estamos colhendo apontam para que a Madison, usada pela Precisa para receber ilegalmente pagamento antecipado da venda da Covaxin, seja uma empresa de fachada. No mesmo endereço dela, já foi denunciado que 600 empresas de fachada estão registradas— disse ao blog o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Randolfe disse que a comissão vai levantar quem são os sócios da empresa, com quem ela tem transações financeiras e por quem foi criada em fevereiro do ano passado.

— Essa mesma empresa está envolvida em irregularidades no Paraguai na venda da mesma vacina —afirmou o senador.

Ao defender o governo das acusações de irregularidades na compra da Covaxin, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, disse ontem que a Madison é, na verdade, um braço legal da Bharat Biotech, fabricante da vacina.

Para Randolfe, ela pode até ser ligada à Bharat Biotech, mas a suspeita é que seria uma firma que existe apenas no papel, usada para pagamentos irregulares.

— Por que não fazer o pagamento diretamente para a Bharat Biotech? Por que usar uma empresa em Cingapura? — questionou o vice-presidente da CPI.

Além disso, o senador lembra que o governo chegou a empenhar em nome da Precisa o valor total do contrato da Covaxin, de R$ 1,6 bilhão, para assegurar o pagamento pela compra de 20 milhões de doses da vacina. Ele destacou que a reserva orçamentária foi feita em nome da Precisa (intermediária do contrato com o laboratório indiano), então não haveria motivo para o desembolso ser feito para a firma de Cingapura.

O pagamento ainda não foi feito porque as vacinas não foram entregues, mas o empenho demonstraria, segundo Randolfe, a mobilização do governo para adquirir o imunizante.

O governo nega irregularidades na contratação. Segundo Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, a Bharat Biontech, produtora da Covaxin, informou que que a Madison é sua fornecedora logística e realiza os contratos de comercialização internacional.

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