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Cérebros de adolescentes sofrem envelhecimento precoce após pandemia de covid-19

Segundo um estudo publicado na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science, os cérebros dos adolescentes passaram por um envelhecimento precoce após a pandemia de covid-19. Os estressores relacionados à pandemia alteraram fisicamente as estruturas cerebrais, tornando vários anos mais velhas em comparação com o período ​​antes da pandemia.

À medida que envelhecemos, as mudanças na estrutura do cérebro ocorrem naturalmente. Durante a puberdade e o início da adolescência, esse público experimenta um crescimento maior tanto no hipocampo quanto na amígdala, áreas do cérebro que controlam o acesso a certas memórias e ajudam a modular as emoções.

Entretanto, o estudo mostrou que esse processo de desenvolvimento acelerou em adolescentes depois do isolamento por conta da pandemia. Embora essas experiências estejam ligadas a resultados ruins de saúde mental mais tarde na vida, não está claro se essas mudanças estão ligadas à saúde mental, ou são permanentes.

O grupo estima que se o cérebro desses adolescentes permanecer mais velho do que a idade cronológica, os resultados no futuro podem ser imprevisíveis.

Cérebros de adolescentes sofrem envelhecimento precoce após pandemia de covid-19 (Imagem: Prostock-studio/envato)
Cérebros de adolescentes sofrem envelhecimento precoce após pandemia de covid-19 (Imagem: Prostock-studio/envato)

Os autores defendem que essas descobertas podem ter implicações importantes para outros estudos que abrangem a pandemia de covid-19. Se o público juvenil que vivenciou a pandemia apresentar desenvolvimento acelerado em seus cérebros, os cientistas terão que contabilizar essa taxa anormal de crescimento em futuras pesquisas que envolvam tal geração.

“A adolescência já é um período de rápida reorganização no cérebro, e já está ligada ao aumento das taxas de problemas de saúde mental, depressão e comportamento de risco. Pode ser que os cérebros das crianças de 16 ou 17 anos de hoje em dia não sejam comparáveis ​​aos de jovens de apenas alguns anos atrás", projetam os pesquisadores.

Fonte: Canaltech

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