Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.113,93
    +412,93 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.726,98
    +212,88 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,07
    -0,39 (-0,61%)
     
  • OURO

    1.777,30
    +10,50 (+0,59%)
     
  • BTC-USD

    55.215,29
    -5.650,11 (-9,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,97
    +7,26 (+0,52%)
     
  • S&P500

    4.185,47
    +15,05 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    34.200,67
    +164,67 (+0,48%)
     
  • FTSE

    7.019,53
    +36,03 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.969,71
    +176,61 (+0,61%)
     
  • NIKKEI

    29.683,37
    +40,67 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    14.024,00
    +10,00 (+0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6943
    -0,0268 (-0,40%)
     

Câmara dos EUA aprova projeto de lei de reforma policial "George Floyd", mas destino no Senado é incerto

Makini Brice e Richard Cowan
·1 minuto de leitura
Funeral de George Floyd em Mineápolis

Por Makini Brice e Richard Cowan

WASHINGTON (Reuters) - A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei na quarta-feira que proíbe táticas policiais polêmicas e facilita processos contra policiais que violarem os direitos constitucionais de suspeitos, mas as perspectivas da medida no Senado são incertas.

Democratas impulsionaram a "Lei George Floyd de Justiça no Policiamento" na Câmara por 220 votos a 212, com o apoio de um único republicano, poucos dias antes de o ex-policial de Mineápolis Derek Chauvin ir a julgamento devido a uma acusação estadual de homicídio devido à morte de Floyd no ano passado.

Floyd, um afro-norte-americano de 46 anos, faleceu porque Chauvin se ajoelhou sobre seu pescoço durante quase nove minutos. Sua morte provocou semanas de protestos nacionais e globais, muitos dos quais liderados pelo movimento Black Lives Matter.

"Quantas pessoas mais têm que morrer, quantas pessoas mais têm que ser agredidas em vídeo" antes de as reformas policiais virarem lei, indagou a deputada democrata Karen Bass, que redigiu a legislação com o presidente do Comitê Judiciário da Câmara, Jerrold Nadler.

Ela disse que o projeto de lei "responsabilizará" a polícia quando direitos constitucionais forem violados, mas que também apoiará as forças locais da lei fomentando melhorias no policiamento comunitário, especialmente em bairros de minorias.

Uma das cláusulas mais controversas mudaria a "imunidade limitada" da polícia, abrindo mais o caminho para processos pelo uso excessivo de força.

((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES