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Câmara aprova recriação do Ministério das Comunicações, 23º do governo Bolsonaro

Raphael Di Cunto
·2 minutos de leitura

Pasta liderada pelo deputado Fabio Faria (PSD-RN) passou a incorporar a Secom, responsável pela comunicação do governo A Câmara dos Deputados aprovou hoje medida provisória (MP) que recria o Ministério das Comunicações, que em 2016 tinha sido incorporado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. A proposta foi aprovada com poucas alterações e segue para análise do Senado Federal, que tem até 7 de outubro para aprová-la. O ministério foi recriado pelo presidente Jair Bolsonaro para remodelar a comunicação do governo e melhorar a relação com o Congresso e grupos da mídia. O ministro é o deputado federal licenciado Fábio Faria (PSD-RN), genro do dono do SBT, Silvio Santos. A relação gerou questionamentos da oposição no plenário e foi rechaçada por aliados dele. A líder do Psol na Câmara, deputada Sâmia Bonfim (SP), criticou a escolha. “Tanto faz o regime de casamento. Que é conflito de interesse o ministro que cuida das outorgas de televisão estar casado com a filha do Silvio Santos qualquer criança pode entender”, disse. Já o deputado Reinhold Stephanes Júnior (PSD-PR) disse que Faria é casado em regime de separação de bens com a esposa e por isso não haveria conflito de interesse. “Vocês não podem querer que agora ajam como vocês agiam, agora é outra postura, é um país diferente. O Fabio Faria foi escolhido por indicação pessoal do presidente, não por toma lá dá cá”, rebateu. O deputado Fábio Faria (PSD-RN) foi escolhido por Bolsonaro para comandar o Ministério das Comunicações Marcos Correa/ Marcos Corrêa/PR Como ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação continua Marcos Pontes, que, com a cisão, perdeu a gestão dos Correios e do leilão da banda larga 5G. Bolsonaro prometeu na campanha eleitoral que teria 15 ministérios e hoje conta com 23 ministérios. No plenário da Câmara, a oposição tentou barrar a transferência da Secretaria de Comunicação do Governo (Secom) do Palácio do Planalto para o Ministério das Comunicações – secretário, Fabio Wajngarten, se tornou secretário-executivo da nova Pasta – com o argumento de que isso acabou criando duas estruturas no lugar da uma existente até então. A mudança, porém, acabou aprovada pela maioria dos deputados. Por outro lado, a oposição conseguiu barrar mudanças na gestão dos cargos de confiança das universidades e institutos federais. O relator, deputado Cacá Leão (PP-BA), incluiu em seu parecer a permissão de que o ministro da Educação pudesse remanejar esses cargos livremente, mas a iniciativa acabou excluída após acordo para votar a MP.