Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    60.456,80
    +1.796,53 (+3,06%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Câmara adia votação de aumento de 5% em margem de consignados

LAÍSA DALL'AGNOL
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Câmara dos Deputados adiou, pelo segundo dia consecutivo, a votação da medida provisória que aumenta para 40% a margem do consignado até dezembro de 2022. A discussão da proposta, que já tem sinalização positiva dos parlamentares, deve ser retomada nesta quinta-feira (4). A ampliação da margem do consignado já havia sido aplicada entre outubro e dezembro do ano passado para crédito contratado por aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Agora, além dos beneficiários da Previdência, foram incluídos também servidores públicos, ativos e inativos (respeitando os regulamentos de seus respectivos regimes próprios). Com a aprovação, passará de 35% para 40% o percentual máximo que o aposentado, pensionista ou servidor poderá comprometer do seu salário ou benefício com o empréstimo. Deste total, 35% poderá ser usado em empréstimo pessoal consignado e 5% no cartão de crédito consignado. Após aprovação na Câmara, o texto deverá seguir para o Senado. Sobre a adaptação dos bancos às novas regras, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz que vai comentar apenas quando a medida tiver sua tramitação encerrada. Os empréstimos consignados são considerados a forma mais barata e segura de crédito, uma vez que as taxas de juros mensais giram em torno de 1,8%. "Se você não dá um recurso acessível para o aposentado, ele vai buscar em algum lugar, seja com um agiota, seja com entidades que chegam a cobrar juros absurdos de até 20% ao mês", diz Edison Costa, presidente da Aneps (Associação Nacional dos Profissionais e Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País). "A aprovação da medida vai ser muito positiva, tanto para aposentados, quanto para a economia de uma forma geral. Neste momento de pandemia, com muita gente desempregada, um grande número de aposentados se transforma na única renda da família", afirma.